Com a Segurança não se brinca

Os confrontos entre gangues étnicos, como o que ocorreu ontem na praia do Estoril, os mini-arrastões habituais nos comboios, o vandalismo e ataques à polícia em bairros problemáticos, são bem o retrato do País real dos nossos dias. A criminalidade é um flagelo que o sistema não consegue combater. Pelo contrário, sobe em flecha, a par da dívida e de outras maleitas.

José Pinto-Coelho questiona “se os Portugueses, deprimidos com a crise e suas consequências, já nem à praia podem ir distrair-se de cuidados ou, se não podem também utilizar o comboio em vez do carro, em nome da poupança e do ambiente”.

A segurança é a primeira das liberdades. Porém a criminalidade assola o País de alto a baixo, ante a impotência das forças policiais e o descuido dos governantes. Ou seja, os índices de liberdade dos Portugueses estão cada vez mais baixos. Há pessoas que pensam duas vezes antes de sair à rua para tomar café.

Não é aceitável que os portugueses se sintam cada vez mais reféns na sua própria terra. Não é tolerável que bandos étnicos imponham os seus modos de vida anti-sociais, onde falta o civismo e sobra a selvajaria, falta o respeito e sobra a violência.

É imperioso o combate à criminalidade, com medidas sérias e enérgicas, da Justiça à Imigração, passando pelo efectivo apoio às forças da ordem. Mas para isso é preciso coragem e vontade política, sendo que uma e outra rareiam lá pelos lados do governo.

Com a Segurança não se brinca!

Com o PNR e só com o PNR, a Segurança é possível!

Comissão Política Nacional | 5 de Julho de 2010