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Dinamarca repõe controlos fronteiriços

dinamarcaA Dinamarca voltou a controlar os passaportes do espaço Schengen nas suas fronteiras com a Alemanha e Suécia.
Esta medida, foi tomada em virtude das constantes pressões exercidas pelos nacionalistas do Partido do Povo Dinamarquês nesse sentido. As autoridades governamentais dinamarquesas invocaram a imperiosa necessidade em debelarem uma criminalidade transnacional, cada vez mais real, para introduzirem o controlo de quem pretende viajar para o país. Visa-se sobretudo, a busca de armas e de substâncias estupefacientes.
Numa fase inicial, procedeu-se ao reforço dos efectivos policiais junto das fronteiras com os dois países vizinhos. Posteriormente serão criados novos postos de controlo, assim como o incremento da vigilância electrónica.
Todavia, este fenómeno ultrapassa a esfera dinamarquesa. A iniciativa foi despoletada em grande medida, em virtude do enorme fluxo de refugiados oriundos da ilha italiana de Lampedusa que, em Março deste ano, tentaram aceder a território francês, não obstante a oposição desse governo.
No caso dinamarquês, os controlos fronteiriços revestem-se de um carácter perene, sustentado pela actual composição parlamentar. O acto eleitoral marcado para o próximo mês de Novembro  poderá, contudo, alterar a presente situação, na eventualidade da ascensão ao poder da actual oposição de esquerda.
Por seu turno, a corajosa suspensão dos famigerados acordos de Schengen, deu já azo a acutilantes reacções de repúdio, tendo o ministro para os Assuntos Europeus da província alemã de Hessen, numa clara ingerência nos assuntos internos dinamarqueses, reclamado um boicote ao país vizinho, como se zelar pela segurança fronteiriça, face ao espectro da delinquência à esfera planetária, constituísse algum crime.
O PNR, que desde sempre se opôs aos Acordos e Schengen, louva a iniciativa dinamarquesa, fazendo votos que vá bem mais longe: reponha as fronteiras e encoraje outras nações do espaço Schengen a seguirem esse exemplo.

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