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Londres a ferro e fogo | Até quando o dogma do "paraíso multicultural"?

tottenham

Tottenham, bairro londrino marcado por forte presença extra-europeia e muçulmana, constituiu o epicentro  dos violentos motins que eclodiram há dias, propagando-se com celeridade  a outros pontos da capital britânica.

A morte do líder de um gangue étnico de delinquentes, durante uma rusga policial, despoletou uma vaga de violência sem quartel tendo por alvo inicial  as forças da ordem. A barbaridade atroz protagonizada por hordas de desordeiros, culminou no saque organizado de estabelecimentos comerciais, pilhagens de edifícios  e no incêndio de imóveis e viaturas.

Contudo, ao contrário de notícias falaciosas veiculadas por alguns órgãos de comunicação social, visando branquear os desmandos criminosos que assolaram Londres, salvaguardando com astúcia, a origem étnica dos vândalos que os cometeram, tais acontecimentos fatídicos não constituem episódio inédito nas últimas décadas.

Com efeito, ciclicamente zonas de Inglaterra habitadas maioritariamente por populações oriundas do terceiro mundo,  têm sido nos últimos anos,  palco de eventos trágicos desta índole, perpetrados por idêntica estirpe de marginais. Um sem número de britânicos, não olvidou até hoje, o vil assassinato em 1985, de um agente da polícia em Tottenham, chacinado cruelmente  a golpes de catana, por um grupo de negros que espalhava o terror na zona.

Numa derradeira tentativa para ludibriar os incautos, os promotores do utópico «paraíso multicultural» – cada vez mais desacreditado pelas evidências – de forma cínica vêm a terreiro, qualificar vulgares criminosos de «jovens vítimas de exclusão social». No afã de deturpar uma  realidade cada vez mais patente, há quem não tenha sequer pejo em  recorrer a alegações fantasiosas  relativas a um  suposto «comportamento racista da polícia» com o fito de desculpabilizar a sanha criminosa  dos referidos «jovens desenraizados».

Recorde-se a este propósito, que nunca houve notícia de os largos milhares de emigrantes portugueses, que na década de sessenta, subsistiam em França  de forma paupérrima, habitando miseráveis bairros de lata, terem enveredando pelo banditismo organizado, expediente habitual a que recorrem sobejamente, determinadas comunidades de imigrantes provenientes de fora da Europa.

Os trágicos acontecimentos que catapultaram Londres para as manchetes da imprensa mundial, multiplicam-se amiúde e a um ritmo preocupante por todo o velho continente, perante a abjecta desfaçatez, com que os arautos do multiculturalismo persistem em impor um dogma que tantas vítimas inocentes já ceifou.

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