Está marcada para a próxima 6ª feira, dia 11, a leitura da sentença do caso em que, em 2010, o Grupo de Intervenção de Segurança Prisional (GISP), na cadeia de Paços de Ferreira, utilizou uma arma eléctrica para imobilizar um recluso que espalhava fezes pela sua cela, recusando-se a limpar a mesma e ameaçando quem tentasse lá entrar. Os restantes reclusos estavam já em greve de fome, como forma de protesto, por não suportarem conviver com a falta de higiene do prevaricador agora convertido em “vítima”.
Esta intervenção perfeitamente justificável acabaria por levar à abertura de dois inquéritos, após um vídeo divulgado na comunicação social, do qual o Bloco de Esquerda (sempre mais interessado em defender os criminosos do que em dignificar quem nos protege deles) se apressou a fazer eco.
Os elementos do GISP estão já condenados e crucificados pela comunicação social, sempre lesta em atacar as forças de segurança, ora por terem cão ora por não terem, e também pelo sistema, que teima em proteger os criminosos. O PNR, da sua parte, mostra o seu apoio aos Guardas Prisionais do GISP, fazendo votos para que a sentença seja a absolvição completa e não mais um “caso Hugo Ernano” de manifesta perseguição às forças de segurança e aos seus elementos individuais.
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