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A força do sonho

De José Pinto-CoelhoDepois do Brexit, a vitória de Trump vem demonstrar que o sonho nunca é grande demais e vale a pena lutar por ele. Contra tudo e contra “todos”, a vitória é possível. Ela só não se concretiza se não se tentar.

O poder estabelecido, o sistema e todo o seu esquema, são incapazes de travar os ventos de mudança da história. Os donos do poder – políticos, comentadores, jornalistas e figuras públicas de serviço – revelam a sua verdadeira face de arrogantes e ordinários. Dizem-se defensores da democracia, fazem das eleições o seu apogeu, mas não hesitam em tratar com atestado de menoridade quem vota em sentido contrário ao seu e tudo fazer para condicionar o sentido de voto das pessoas.

O espectáculo de parcialidade e manipulação noticiosa, proporcionado pelos meios de comunicação social, foi absolutamente vergonhoso. Agora, tal como sucedeu no Brexit, todo esse sistema mafioso e mentiroso tem de «engolir um enorme sapo». Ainda bem! Mas depois, a escumalha mostra a sua verdadeira face de intolerância e totalitarismo, manifestando-se ruidosa e violentamente contra a decisão das urnas. É sempre assim; quando uma eleição lhes corre de feição, “o povo é soberano”, quando lhes desagrada, o ódio mais primário sai à rua.

Eles podem ter uma máquina poderosa. Podem fabricar mitos. Podem fazer campanhas de medo. Podem formatar a mente de muitos. Podem tentar travar a mudança. Mas não podem ocultar definitivamente as evidências e aquilo que as pessoas, cada vez mais, sentem e pensam.

Brexit e Trump, são sinais de que algo está a mudar e a fugir ao controlo dos que nos dominam e ameaçam o Ocidente. São sinal de esperança. Essa mesma esperança, fundada na coragem e na luta, chegará a Portugal, mais tarde ou mais cedo, pela mão do PNR, única alternativa verdadeira a todo um sistema que está gasto e se quer perpetuar, mas a sua corrupção e imoralidade fez apodrecer os próprios alicerces.

O sonho nunca é grande demais, mas só é acessível a quem nele acredita e por ele luta! Os acomodados, os politicamente correctos, os “prudentes”, os servidores do poder instalado, acabarão no lixo da História. Ninguém pára os que comandam o sonho de mudança. E esses são os defensores do modelo nacionalista que irá substituir a aventura suicida globalizadora.

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