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Deriva estalinista

Os partidos de Esquerda, uns mais que outros, não conseguem cortar um cordão umbilical com as suas origens. Por mais que vendam a cassete da liberdade de expressão e da democracia, só a entendem e permitem quando se concorda com eles; o estalinismo acaba sempre por lhes fazer estalar o verniz.

No BE, o vírus do estalinismo, agravado ainda por cima com o trotskismo, está sempre presente e, claro, o recurso à vitimização quando verifica que meteu a pata na poça e deixou transparecer aquilo que busca pela calada.

Depois de ter dado ordens à Direcção da Associação de Estudantes da FCSH para impossibilitar a realização de uma conferência, tenta sacudir a água do capote dizendo que não a tentou impedir, ao mesmo tempo que saca da cartola uma inventona de ameaças, bem ao estilo das inventonas do tempo do PREC.

A Direcção da Faculdade aproveitou a deixa e inventando também motivos de falta de segurança (como se neste país não existisse polícia) cancelou a conferência, que agora se vê forçada a colocar novamente na agenda, mas certamente já pintada de outras cores ou só para artistas convidados.

Os comentadores de serviço e com ligações à Esquerda, longe de condenarem o cancelamento, apontaram baterias para os nacionalistas, pois são sempre o alvo a abater, ante o seu crescimento por toda a Europa.

Se juntarmos a este episódio outros episódios semelhantes, ficamos cientes que está em marcha uma onda de repressão comandada pelo politicamente correcto e pelo marxismo-cultural. Tudo pode ser discutido, desde que não ponha em causa a doutrina que nos impingem. Liberdade de expressão, só para quem defende o que os novos senhores do templo defendem, caso contrário, serão logo queimados na fogueira dos hereges.

A intenção é clara: formatar os nossos jovens e impedir que se discutam certos assuntos, ou não vá o povo começar a questioná-los; usar a força e a intimidação como prática normal e instrumentalizar a lei, como é corrente noutros países da Europa.

Até podem intimidar e acobardar os dirigentes das faculdades e os “direitinhas” que organizam debates (sempre dentro do politicamente correcto, claro está!), mas não assustam nem intimidam os nacionalistas! Os nossos estão dispostos a dar a cara, porque pesa sobre eles os olhos de todos os heróis que tornaram possível o nosso Portugal e o dever que é mais pesado que uma montanha.

No dia 21 deste mês, em frente à faculdade que tenta cortar a raiz ao pensamento, vamos protestar pela liberdade de expressão e vamos protestar para prevenir a sombra de um novo PREC, mais colorido e travestido que o anterior, mas certamente mais tenebroso, porque dissimulado.

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