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PNR não aceita manobras enganadoras

Após o problema causado à Universidade Nova por um grupo de estudantes “tolerantes”, afectos ao Bloco de Esquerda, vem agora o seu Reitor apresentar uma desculpa esfarrapada que só convence tolos e serve o faz-de-conta do sistema vigente.

É já um (mau)hábito entranhado na sociedade, o de nunca se assumir responsabilidades nem culpas. Não seria muito mais digno admitir-se um erro, pedir-se desculpa e rectificar-se de seguida? Mas não, o caminho fácil é sempre o de «tapar o sol com a peneira». Afinal, num Regime de hipocrisia, qualquer saída airosa, por mais absurda que seja, sossega os ânimos e repõe o equilíbrio podre. No fim, “nada se passou”, se não um equívoco e todos ficam “satisfeitos”.

Mas o PNR, que sente na pele o boicote constante e a sanha de perseguição por parte do sistema, não se deixa enganar com falinhas mansas nem baixa a guarda no seu justíssimo combate pelo bem comum.

Não podemos calar diante da evidente ditadura do pensamento único e queremos saber as verdadeiras circunstâncias que levaram a Direcção da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, da UNL, a ceder à prepotência da extrema-Esquerda, pelo que solicitámos uma audiência com o Director desta faculdade, em carta, cujo texto aqui se expõe (abaixo).

De resto, o nosso protesto de dia 21 mantém-se. Não aceitamos censura nem hipocrisia. Não nos calamos cobardemente perante injustiças. Cada vez mais, os portugueses têm de ter consciência de que apenas o PNR luta com coerência e coragem e não alinha em jogos de conveniência.


Lisboa, 08 de Março de 2017

Exmo. Sr.,

A decisão que essa direcção tomou, de cancelar a conferência “Populismo ou Democracia? O Brexit, Trump e Le Pen em debate” na véspera da sua realização, deve merecer a mais séria preocupação da parte de todos, já que deixa passar a ideia de que um organismo universitário está refém de um grupo de estudantes de extrema-Esquerda, totalitários, que impõe as suas birras.

O PNR, que bem sabe o que é ser-se vítima de sistemáticos silenciamentos, cancelamentos e discriminação (sempre na surdina), é o único que enfrenta, sem rodeios e com coragem, esta hipocrisia instalada.

Temos sido incansáveis a denunciar o clima de censura e boicote existente em Portugal, movido pela mentalidade do pensamento único, imposto pelo marxismo-cultural, com a cumplicidade cobarde de todas as restantes forças políticas, à excepção do nosso partido.

Agora, que a censura alastra e já toca em figuras aceites pelo próprio sistema (e que por isso mesmo é notícia), percebe-se o endurecimento da luta Esquerdista, nervosa que está com os ventos de mudança que sopram.

Assim, nós, que lutamos corajosamente pela liberdade de pensamento para todos, não podemos assistir cobardemente, em silêncio ou simplesmente em desabafos de redes sociais, a episódios como este. Na qualidade de partido político, vimos, por este meio solicitar-lhe uma audiência, com carácter de urgência, para que sejamos esclarecidos acerca dos contornos que levaram ao cancelamento de uma conferência que versava sobre temas diabolizados e proibidos pela censura dos “tolerantes”.

Sem outro assunto, na expectativa da sua prezada resposta, apresentamos os melhores cumprimentos,

Pela Comissão Política Nacional do PNR,

José Pinto-Coelho

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