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O roubo dura enquanto os portugueses permitirem

A novela do BES/NovoBanco está a chegar ao fim com a “venda” aos norte-americanos da Lone Star, saldando-se em mais um negócio ruinoso para Portugal.

Configura mais um, entre tantos episódios de saque ao erário público, levados a cabo por gente sem escrúpulos que enche os seus bolsos, dos seus amigos e de interesses estrangeiros. Governantes, decisores, influentes e outros poderosos que tais, enriquecem imoral e ilicitamente e põem o “seu” dinheiro a salvo em offshores.

Portugal, sem soberania, faz negócios péssimos, impostos por quem manda em nós, levando a que este tipo de vendas (seja a americanos, chineses, angolanos, espanhóis ou seja a quem for), seja pior que uma  venda ao desbarato, mas uma verdadeira oferta. Pior ainda: eles ficam com os lucros e nós com as despesas.

Quem paga a factura, como sempre, é o contribuinte, seja ele activo ou pensionista. Quem perde é o país, vendo aniquilados os sectores vitais para a sua economia.

Até quando é que vai durar esta pilhagem? Até quando é que a «culpa morre solteira» e os culpados ficam impunes?

Com o PNR, todos os responsáveis e cúmplices dos sucessivos colapsos bancários e de empresas públicas, seriam julgados, condenados e todos os “seus” bens seriam confiscados.

Não dependemos da teia de interesses e de corrupção que se instalou e teríamos a coragem e vontade política necessária para «arrumar a casa». Não pactuamos com a submissão humilhante da nossa soberania a interesses internacionais e teríamos outro discurso e outra posição mais firme nessas instâncias.

A escolha está nas mãos das pessoas. Enquanto se queixarem (porque se queixam!), mas continuarem a votar nos cinco partidos do costume, o reino da máfia perdurará. Quando decidirem mudar e romper com este estado de coisas, a justiça começara a afirmar-se.

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