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PNR, Jornalistas e a comunicação social

Não obstante o PNR ser vítima de uma censura mediática, por parte da grande maioria dos órgãos de comunicação social de âmbito nacional, o jornal “I”, na sua edição de 15 de Novembro último, dedicou metade da primeira pagina ao PNR, na sequência de uma acção por nós realizada dois dias antes.

Tal destaque provocou grande irritação em alguns Jornalistas – dos tais que nos censuram – tendo-se insurgido contra isso e recorrido a expressões e imputações indecorosas para se referirem ao PNR.

Com efeito, na sua página pessoal da rede social “Facebook”, a Jornalista Sónia Cerdeira, bem como Sílvia Caneco e Miguel Marujo, também Jornalistas, além de reafirmarem firmemente a defesa da censura mediática ao PNR, confessaram já a ter praticado de modo consciente. E, como se tal não bastasse, proferiram afirmações, emitiram opiniões e fizeram juízos de valor gravemente ofensivos do crédito, honra, bom-nome, seriedade e reputação do PNR.

Ainda devido à referida primeira página no jornal “I”, a Jornalista Raquel Carrilho escreveu um editorial na edição online do semanário Sol, do passado dia 24 de Novembro, todo ele de teor gravemente ofensivo ao PNR e aos seus militantes, baseando-se em calúnias e, também ela, defendendo a nossa não-cobertura por parte da comunicação social.

Tais comportamentos são particularmente graves e merecem a censura do Direito. Por esse motivo, o PNR instaurou no Tribunal Judicial de Lisboa, quatro acções cíveis contra os Jornalistas Miguel Marujo, Sónia Cerdeira, Sílvia Caneco e Raquel Carrilho, em que pede a sua condenação no pagamento de indemnizações por ofensa ao crédito e ao bom-nome, e apresentou, também, no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, três queixas-crime pela prática de crimes de difamação contra os Jornalistas Miguel Marujo, Sónia Cerdeira e Raquel Carrilho.

Por igualmente entender que os aludidos Jornalistas violaram os seus deveres deontológicos, o PNR apresentou contra eles as respectivas participações disciplinares na Comissão de Protecção da Carteira de Jornalista.

Mais informa o PNR que estes processos judiciais e participações são para serem levados até às últimas consequências, e que a partir de hoje, a nossa relação com a comunicação social, de âmbito nacional, mudará significativamente.

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