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Discurso de José Pinto-Coelho (10 de Junho de 2017)

(Intervenção de José Pinto-Coelho no final da “Marcha da Nacionalidade” no dia 10 de Junho de 2017)

Caros compatriotas!

Mais uma vez, como sempre, o PNR está na rua no Dia de Portugal. Como é habitual, sintomaticamente, é o único partido que assinala o maior feriado civil do calendário.

Sim, estamos aqui porque esta é a nossa prioridade. Hoje é o Dia da nossa nação, hoje é a nossa festa! Hoje é o dia, em que a celebramos a Pátria, o dia em que, mais do que nunca, temos presentes todos aqueles que a construíram e engrandeceram. Todos! Da reconquista da Península aos mouros invasores e consequente fundação da nacionalidade, à sua plena afirmação, que nos traz à lembrança São Mamede, Ourique e Aljubarrota; da aventura das descobertas e expansão marítima, às batalhas da Restauração; da guerra peninsular, à guerra da defesa do Ultramar, a nossa história tem sido feita de actos de bravura, de generosidade e entrega e de lutas desiguais. Os portugueses têm qualidades inegáveis, assim como defeitos, o que, de resto, acontece com todos os povos. E também o construtor coexiste com o traidor. E o guerreiro coabita com o cobarde. Por isso, também conhecemos ao longo da nossa História, páginas de erro e traição, de humilhação e ocaso. Mas sempre, após cada período negativo, a determinação e o sacrifício de uns quantos, permitiram inventar novas alvoradas e inaugurar novas eras de esplendor nacional.

Celebramos uma nação com quase nove séculos no seu todo, com erros e virtudes e com momentos de esplendor e de desgraça, porque a História não se apaga nem se reescreve. Hoje, somos o produto de tudo isso, goste-se ou não. Celebramo-la, não por ser grande ou pequena, rica ou pobre, melhor ou pior do que outras, por estar num bom ou num mau momento, mas sim, por que é nossa! E por que é nossa, amamo-la incondicionalmente. E por isso, se o actual momento é negro, a consciência de cada patriota deve apelar a que lute por ela. Sem tréguas nem concessões.

Sim, sabemos que hoje a nossa soberania está condicionada, a identidade ameaçada, a venda do país a retalho está na ordem do dia, a pilhagem do erário público por parte dos dirigentes, é uma realidade. A dívida externa, a corrupção, a insegurança, a injustiça social, o crescimento demográfico negativo, a substituição populacional e tantas, tantas outras chagas e ameaças afectam o nosso presente e, sobretudo, ensombra o futuro e as gerações vindouras.

E hoje, não é só a nação que está ameaçada. Hoje, algo mais sério e grave se abate sobre nós e ameaça, inclusivamente, a nossa civilização e o nosso modo de ser estar. Falo da islamização da Europa! A Europa está a ser invadida por muçulmanos de forma consentida e promovida pelos nossos maiores inimigos que são os próprios governantes, traidores, que metem esse “Cavalo de Tróia” cá dentro. Esse Islão que nos invade, com o alto patrocínio de muitos dos nossos, é uma serpente com duas cabeças: a dos ditos moderados e dos ditos radicais. Mas a serpente é a mesma!

Erra quem pensa que esse problema não é nosso e se resume a uns quantos países e cidades da Europa. É um erro crasso e irresponsável. O que hoje se passa um pouco por toda a Europa, passar-se-á fatalmente em Portugal, num futuro nada distante, se não atalharmos caminho. Basta ver-se a tomada de posição de muitos dos nossos dirigentes políticos, de total subserviência aos muçulmanos, chegando ao ponto de financiarem a construção de mais uma mesquita em Lisboa, com o dinheiro dos nossos impostos!… A invasão islâmica não é um mito ou uma teoria: é uma realidade! Não é um pormenor ou uma opinião: é uma questão de vida ou morte da nossa civilização e dignidade!

Nação e civilização, convocam-nos, assim, para o combate em sua defesa. Poucos são, infelizmente, os que estão dispostos a fazê-lo. Mas sempre assim foi. Ontem como hoje, cabe essa nobre missão de generosidade, coragem e sacrifício, apenas a alguns. E alguns esses somos nós! De nada adiantam lamúrias, os desabafos ou teorias inúteis em cafés, tertúlias e redes sociais. Não adiantam os patéticos suspiros saudosistas de outras eras. Não adianta cruzar-se os braços e esperar que alguém lute por nós. Todos os que defendem os ideais nacionais estão convocados, sem excepção, para a luta pela Pátria, pelos nossos e pelo seu futuro.

E ela tem de ser concreta, quotidiana, tem que traduzir-se em algo palpável. Isso é que nós somos, o PNR: um partido concreto, diferenciador, com estratégia e objectivos, com provas dadas de trabalho continuado e em inegável crescimento. Somos o futuro!

Nós estamos aqui. Nós lutamos. Apesar das dificuldades e desproporção de meios, não abdicamos da luta por aquilo em que acreditamos. Vamos, então, ser consequentes e apoiar o único partido que é alternativa ao sistema vigente. Cada um como puder, mas todos devemos sentir a obrigação moral em apoiar de modo concreto, quem luta por nós e pelos nossos.

Vamos dar força ao PNR nas catorze (14) autarquias, nas quais estaremos presentes, já com os olhos postos nas legislativas, em que, aí sim, estando presentes em todo o país, veremos confirmado o nosso grande crescimento.

Vamos dizer Presente, agora e sempre, para que viva o PNR e viva Portugal!

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