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Sócrates formalmente acusado. Finalmente!

A Procuradoria-Geral da República anunciou ontem que o Ministério Público deduziu acusação na Operação Marquês contra vinte e oito arguidos, entre eles o ex-Primeiro-Ministro José Sócrates a quem são imputados trinta e um crimes. Neste caso, foram acusadas um total de dezanove pessoas singulares e nove empresas, incluindo o ex-banqueiro Ricardo Salgado, os gestores Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, o fundador do grupo Lena Joaquim Barroca e o antigo Ministro socialista, Armando Vara.

O PNR congratula-se com dedução da acusação deste caso, pese embora a mão fraca da nossa justiça no que toca aos crimes de colarinho branco e que envolvam os poderosos do Regime, a simples acusação já é um avanço, que esperamos resulte em condenações duras e dissuasoras.

Lembramos que, desde a primeira hora (ainda antes da detenção de Sócrates), quando a RTP deu tempo de antena semanal, em horário nobre, ao ex-Primeiro Ministro responsável pela bancarrota, transformando-o em comentador televisivo após o seu regresso da “fuga” estratégica para Paris, manifestámo-nos incansavelmente, semana após semana, à porta das instalações da RTP, como forma de protesto contra esse vergonhoso branqueamento do criminoso. Só o PNR tomou essa atitude, perante o silêncio cúmplice de toados os restantes partidos.

O PNR esteve sempre na linha da frente, denunciando na rua os seus crimes, desde logo no dia em que foi preso, em que estivemos à porta do tribunal. E mais tarde, também, em Évora, quando vários amigos ou comparsas do “preso 44” tentavam branquear os seu crimes, por duas vezes marcámos presença, enfrentando sem medos a poderosa máquina de Sócrates e manifestando total apoio ao Juiz Carlos Alexandre, homem que, em nome da Justiça, enfrentou e teia de pressões e ameaças por arte de um sistema corrupto.

Enquanto os outros partidos «escondiam a cabeça na areia» e nunca ousaram atacar Sócrates, o PNR, dando a cara por aquela que é uma das suas principais bandeiras, o combate à corrupção, neste caso personificado num ex—governante que descaradamente se governou, em vez de governar.

Em todos os momentos, tomamos posição firme em nome das nossas causas, de senso comum, na defesa de um país, onde a Justiça impere, sem esperarmos comendas ou benefícios, porque a nossa missão é servir e mais nada!

 

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