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PNR, o verdadeiro contraditório!

O “Círculo Cultura e Democracia de Arouca” realizou, nessa vila, no dia 18 de Novembro, uma conferência subordinada ao tema, “Liberdade de imprensa: um direito ultrapassado?”, com a presença dos Jornalistas Jorge Wemans, Maria Flor Pedroso e Nicolau Santos, tendo a primeira parte da conferência pertencido aos oradores convidados que divagaram sobre a forma como o jornalismo é feito nos dias de hoje, a importância das redes sociais e a sua opinião sobre a liberdade de imprensa.

Seguiram-se as perguntas do público, a serem respondidas em grupos de três, conforme as regras estabelecidas, até que o Conselheiro Nacional do PNR e responsável pelo Distrito de Aveiro, Anselmo Filipe Oliveira, interpelou directamente Maria Flor Pedroso elogiando o seu profissionalismo e questionando-a sobre o facto de nunca ter entrevistado o Presidente José Pinto-Coelho num dos seus programas habituais, quando são abordados temas perante os quais só o PNR tem posições únicas e diferenciadoras no espectro partidário nacional. Aí foi quebrado o protocolo estabelecido e a Jornalista respondeu de imediato e com um certo nervosismo, justificando que já tinha entrevistado José Pinto-Coelho em períodos eleitorais e que, fora disso, os pequenos partidos não tinham actividade conhecida… Sucede que, em relação ao PNR isso não é verdade e com esse facto foi confrontada.

Certo é que, numa conferência que era para ser politicamente correcta, a “aparição do PNR” na plateia e o confronto com a dialéctica habitual dos Jornalistas, cheia de truques e manhas, criou um evidente mal-estar: o verdadeiro contraditório esteve presente!

Anselmo Filipe Oliveira frisou que, entre muitas outras actividades, durante o ano, o PNR celebra sempre o 10 de Junho e o 1º de Dezembro e que a comunicação social, sempre conhecedora da nossa agenda, só muito raramente faz notícia sobre nós. Além disso, como a Jornalista na sua intervenção inicial tinha referido o “4º Congresso dos Jornalistas” (de Janeiro de 2017), Anselmo Oliveira questionou os três oradores sobre se tinham conhecimento do protesto efectuado nessa altura pelo PNR e da queixa apresentada por nós, em tribunal, contra alguns Jornalistas, por ter sido desmascarada a censura que assumiram que nos fazem.

Maria Flor Pedroso admitiu que viu a acção no Congresso dos Jornalistas, mas que não tinha conhecimento de outras acções por nós realizadas e disse desconhecer que existisse essa queixa do PNR, na Justiça. Jorge Wemans, por sua vez, fez uma longa dissertação sobre opções editoriais numa tentativa de justificar a censura feita por esses Jornalistas. Incomodado ou sem argumentos, Nicolau Santos, nada respondeu.

No final, enquanto alguns presentes se dirigiam a Anselmo Filipe Oliveira para saber mais sobre o PNR, alguns dos acompanhantes dos oradores sentiam-se indignados por ter sido usada a palavra “censura”.

Convém que os «Senhores Jornalistas» se vão habituando à presença de nacionalistas quando menos contarem: o crescimento é evidente e cada vez somos mais a dar-a-cara.

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