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Mais do mesmo

As autoridades britânicas anunciaram, esta semana, ter impedido os planos de dois terroristas para matar Theresa May. Os dois homens foram detidos no dia 28 de Novembro, numa operação conjunta do MI5, o serviço de segurança contra-terrorista e da Polícia britânica (Scotland Yard e West Midlands). Os detidos, com 20 e 21 anos foram acusados de “intenção de cometer actos terroristas” e de preparação de terrorismo.

Esta situação é comparável a irmos a um médico, com um problema grave, e ele apenas nos receitar comprimidos para as dores… Mais tarde ou mais cedo, voltamos a ter os mesmos problemas! Ora, para combater as doenças são precisos medicamentos concretos que as eliminem ou, em casos mais complicados, uma operação.

Assim, os políticos do sistema, quando escancararam as portas da União Europeia, permitiram que a doença chamada «fundamentalismo islâmico», entrasse, se espalhasse e se disseminasse. Agora, com o mal espalhado, limitam-se a dar um comprido ao paciente, fazendo-o acompanhado do folclore mediático do costume e aplacar a dor apenas momentaneamente.

Nós, porém, como bons “médicos”, defendemos a cura eficaz. A situação está de tal forma descontrolada, não só no que toca ao terrorismo, como também na expansão do islamismo (já existem em muitas cidades da UE, zonas perfeitamente controladas, onde impera a lei da Sharia e onde os cidadãos europeus não têm permissão de entrada), que só com uma operação é possível resolver o problema de vez. Só travando e revertendo os fluxos migratórios vindos de fora da Europa é possível ter paz.

Mais mesquitas, mais imigrantes económicos (que de refugiados nada têm), mais tolerância com culturas que defendem a pedofilia, que toleram a violência familiar, que tratam as mulheres como seres inferiores, e hostilizam quem não segue a religião que professam, não podem ser tolerados numa Europa que já perde muitos valores devido à influência perniciosa do marxismo-cultural, o mesmo que nos pede tolerância em relação a culturas bárbaras.

Para nós, só há uma cura óbvia: Islão, aqui não!

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