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Não, não necessitamos de um “novo” Salazar!

Mais uma polémica em torno da figura tão apetecível de Salazar. Mais alguém que tenta ganhar protagonismo com a memória de um estadista ímpar, visionário e inigualável.

Até agora tem sido sobretudo a Esquerda a ganhar dinheiro com a figura de Salazar, através das centenas de livros, programas e documentários acerca deste homem – mentindo e denegrindo a sua imagem –, mas também outros o fazem, seja para tentar alavancar audiências televisivas ou para se afirmarem como seus herdeiros em busca de um pouco de fama, fazendo com isso um favor ao regime que assim diaboliza o nacionalismo e o apresenta como um regresso ao passado e sem novas ideias.

Salazar foi grande porque não precisou de outras referências: ele foi a sua própria referência. Soube interpretar os sinais dos tempos e na sua altura foi o precursor de uma ideia, de um ideal e de um regime com todas as suas coisas boas e com as menos boas. Saibamos respeitar a sua memória, assim como a sua obra, não o retirando do tempo e das circunstâncias próprias, transformando-o numa espécie de caricatura!

O Nacionalismo evolui e já tem referências actuais, embora pouco conhecidas da maioria da população portuguesa. Está num processo de afirmação e crescimento a cujas etapas não pode nem deve fugir.

Pois não necessitamos de um “novo” Salazar! Necessitamos sim, de um nacionalismo actual, que não dependa de um suposto homem providencial – o eterno mito de D. Sebastião tão útil para justificar a demissão do nosso dever de combater hoje, aqui e agora! Necessitamos de um nacionalismo que saiba interpretar os novos tempos,  que esteja disposto a renovar e corrigir o sistema democrático, que combata a criminalidade, que reformule o sistema judicial, que dê prioridade a Portugal e aos portugueses, que combata a corrupção e a imigração invasora, que dê meios e autoridade às forças de segurança para desempenharem o seu trabalho, que diga não à ideologia do género e à influência marxista no ensino, que olhe pelos pequenos e médios empresários, que tenha a coragem de emagrecer o Estado, cortando as suas elevadas despesas e que combata a elevada carga fiscal, que faça justiça aos  ex-combatentes e aos espoliados do ultramar,  que tenha uma visão de futuro para os nossos jovens e saiba respeitar os nossos idosos, assim como perceber qual o papel de Portugal no contexto europeu, sem que percamos a nossa soberania, mas que ao mesmo tempo façamos parte da grande família europeia. Necessitamos de um nacionalismo moderno que se afirme português numa Europa europeia!

Neste momento, só o PNR é que tem obra feita, trabalho realizado, experiência e um programa que engloba todas a temáticas acima enumeradas e que vai a votos. Logo, é o único partido que o sistema faz questão de boicotar e vedar-lhe o acesso à suposta “livre” comunicação social, que na verdade é engajada, serve interesses poderosos e não está ao serviço dos portugueses com real informação e isenção. Para nós a política não é algo que esteja sujeita a oportunismos, umbigos, modas, venda de jornais, revistas ou audiências. Não somos produto do sistema, fabricados por interesses instalados, nem de uma constante promoção mediática. Somos o resultado de um combate que se trava no dia-a-dia, com determinação e resiliência, no sucesso e no insucesso, com um objectivo claro e definido.

Assim como não me revejo no redutor e passadista sebastianismo, tampouco o faço com o salazarismo. Tudo tem um princípio e um fim. E a melhor maneira de honrarmos os grandes vultos do passado é sermos hoje os precursores de uma nova era, de um novo nacionalismo e de uma nova ideia – neste caso o do Nacionalismo Renovador preconizado pelo PNR. Só com a Renovação Nacional serviremos Portugal e os Portugueses!

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