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	<title>PNR - Partido Nacional Renovador</title>
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		<title>Apontamento semanal &#124; 20 de Fevereiro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 22:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamento semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62; Presidente do Bundestag quer roubar anda mais soberania às nações europeias. Norbert Lammert esteve na Universidade Católica de Lisboa numa palestra sob o título “Europa: a crise e o futuro”, onde afirmou que o futuro da União Europeia passa por transferir mais soberania para as instituições europeias. O presidente do Bundestag sublinhou o “fascínio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Presidente do Bundestag quer roubar anda mais soberania às nações europeias.</span></strong> Norbert Lammert esteve na Universidade Católica de Lisboa numa palestra sob o título “Europa: a crise e o futuro”, onde afirmou que <a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=527335&amp;tm=6&amp;layout=123&amp;visual=61" target="_blank">o futuro da União Europeia passa por transferir mais soberania para as instituições europeias</a>. O presidente do Bundestag sublinhou o “fascínio que a comunidade tem vista de fora, mais do que de dentro” e que “a Europa é a melhor invenção do século XX, apesar da televisão e da Internet”.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Chama-se a isto fuga para a frente. Os europeístas ferrenhos não só ignoram o descalabro do seu projecto federalista e o fracasso da moeda única como, além disso, ainda propõe que se aperte mais o nó cego em torno das soberanias nacionais. A “Europa” (leia-se: União Europeia) é a melhor invenção do século XX? É caso para dizer que “estes alemães são loucos”. Mas contra factos não há argumentos e, apesar de todos os esforços desesperados que prolongam a agonia patente da UE, está mais que visto que tudo se vai desmoronar, levantando muita poeira por via de aventureirismos anti-nacionais. A Grécia está por um fio. O resto virá por arrasto.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O PNR, tal como os seus congéneres europeus, sempre defendeu uma Europa Unida, de Nações soberanas, opondo-se veementemente a qualquer tentação federalista.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Lobi gay e extrema-esquerda voltam à carga</span></strong> com o debate parlamentar sobre a <a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2277765" target="_blank">adopção de crianças por casais homossexuais</a> no próximo dia 24, por iniciativa do Bloco de Esquerda, que pretende ver eliminada a proibição de casais do mesmo sexo adoptarem crianças, como está previsto na lei actual.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Nada mais natural do que esta reivindicação, já que representa o fim da linha de uma sucessão de pequenos passos, sistematicamente denunciados pelo PNR. Recorde-se que o primeiro passo deste rumo antinatural imposto pelo lóbi gay, com o alto patrocínio da extrema-esquerda, teve início com a alteração do Artigo 13 de Constituição da República, proposto e aprovado pelos 5 partidos com assento parlamentar. Agora, depois de se terem escancarado todas as portas, torna-se claro que é apenas uma questão de tempo para que as crianças sejam sujeitas a uma adopção aberrante.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Todo este processo é profundamente anti-natural, e tem adoptado uma discriminação “positiva” acompanhada de uma criminalização inscrita no Código Penal, sob o epíteto de “homofobia”, a quem ouse contrariar tal rumo. Agora, chegados a este ponto, que argumentos irão apresentar aqueles que não concordam com tal reivindicação, mas aprovaram o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Para nós, é claro como água: nada temos contra as pessoas em si, nem temos que proibir nada ou impor-lhes condutas de vida, mas acima dos seus “direitos” estão os direitos da sociedade em defender a normalidade e, no caso presente, os direitos intocáveis das crianças. Não são estes “casais” estranhos que devem ter direitos, mas antes as crianças, que têm que ser protegidas contra o crime de serem adoptadas por essas pessoas. As crianças não têm que pagar por comportamentos desviantes e anti-naturais.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Cavaco defende mais natalidade</span>.</strong> <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/cavaco-defende-mais-natalidade" target="_blank">O Presidente da República quer fazer ‘Nascer em Portugal’</a>, o nome da conferência de sexta-feira, na cidadela de Cascais, que iniciou o ‘Roteiro para o Futuro’, um novo ciclo de roteiros presidenciais. Segundo dados de Belém, o número de mortes em território nacional ultrapassou o número de nascimentos em 2007, 2009 e 2010, uma situação inédita nos últimos 50 anos. Mais: Portugal é um dos países europeus onde o número médio de filhos por mulher é mais baixo, não chegando a 1,5.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Já se sabe que Portugal é o segundo país do mundo com menor índice de natalidade, sendo superado apenas pela Bósnia. A nossa natalidade é negativa! Portugal está a envelhecer e, por isso, a morrer. Mas o presidente da República, com fortes responsabilidades por este estado de coisas vem agora pretender mais natalidade? Até poderia pretender que não houvesse desemprego, nem corrupção, ou outra coisa qualquer… Mas de que servem essas pretensões se as políticas as contrariam a cada dia? Afinal, como se pode pedir mais filhos aos portugueses, se estes vivem angustiados com o dia de amanhã? De que adianta pedir-lhes mais filhos, se as políticas não incentivam tal objectivo?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Os portugueses não têm mais filhos por duas razões essenciais: falta de condições e mentalidade adversa a isso. Se não forem criadas sérias políticas natalistas e de apoio à família, que o PNR foi o primeiro partido a propor como prioritárias e já há vários anos, e se não se começarem a mudar mentalidades, bem se pode defender a natalidade em abstracto, que nada resolve. Insistimos em propor: incentivos monetários à natalidade em vez de subsídios a quem opta por abortar e implementação de uma rede de creches públicas do Estado realmente abrangente, aproveitando, por exemplo, os edifícios das numerosas antigas Escolas Primárias que têm vindo a fechar pelo País todo.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Pessoas tratadas como mercadoria</span>.</strong> <a href="http://economia.publico.pt/Noticia/funcionarios-publicos-obrigados-a-trabalhar-fora-da-area-de-residencia-1533764" target="_blank">Os funcionários públicos podem passar a ser obrigados a mudar de serviço ou de organismo</a>, mesmo que isso implique irEM viver para qualquer outro concelho do país. A medida faz parte de um documento que o secretário de Estado da Administração Pública enviou na terça-feira aos sindicatos e que pretende estimular a mobilidade geográfica dos trabalhadores do Estado. A proposta, ainda muito genérica, começa agora a ser discutida e promete gerar polémica.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Para se obedecer à <em>Troika</em> vale tudo, servindo o memorando assinado como aval para se justificar todas as atrocidades. E afinal, onde entram os direitos fundamentais das pessoas, o bom senso e a humanidade no tratamento das questões laborais?</p>
<p style="padding-left: 30px;">É óbvio que há muito para mudar e para reestruturar, mas isso não pode recair sempre sobre os mesmos (os mais desprotegidos) e atropelar direitos básicos ou a dignidade humana. Obrigar à “mobilidade” de uma pessoa por motivos economicistas, é o mesmo que dizer que o dinheiro é mais que a pessoa, que as suas raízes, a sua família e a sua estabilidade de vida são secundários face a interesses de eficácia duvidosa. Afinal, todos estes sacrifícios impostos são criminosos, já que, não tendo objectivo algum nem sendo justos, acabam por ser em vão.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Visita de Cavaco cancelada.</span></strong> A visita do Presidente da República, Cavaco Silva, à escola António Arroio, em Lisboa, foi cancelada, sem ser divulgada a razão da decisão, disse fonte da PSP à agência Lusa. A visita <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=41658" target="_blank">foi cancelada cerca de meia hora</a> depois da hora prevista para o seu início.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Em política, o que parece, é. E o que não se explica, parece. Ora o se o presidente da república não tem coragem para enfrentar um grupo de estudantes, não se entende como poderá voltar a sair à rua de ora avante. De um político espera-se exemplo e coragem, mas quer uma, quer outra virtude, parece não estar a ser usuais Por parte do inclino de Belém.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Desemprego atinge máximos históricos em Portugal.</span></strong> No final de 2011, existiam 771 mil desempregados em Portugal, sendo que a <a href="http://economico.sapo.pt/noticias/desemprego-em-portugal-dispara-para-recorde-de-14_138394.html" target="_blank">taxa de desemprego subiu para 14%</a> no quarto trimestre de 2011, um novo máximo histórico, traduzindo um aumento de 1,6 pontos percentuais face aos 12,4% registados no trimestre anterior. Foi a subida trimestral mais acentuada de que há memória, reflexo da recessão económica provocada pelas medidas de austeridade que estão a ser aplicadas no país, em troca de um resgate de 78 mil milhões de euros. O número avançado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) saiu pior que o esperado pelos economistas.</p>
<p style="padding-left: 30px;">A simples aritmética bastaria para demonstrar que Portugal não tem capacidade para pagar a dívida através de medidas de austeridade. O simples senso comum bastaria para se perceber que um país que não produz também não tem viabilidade. Uma simples noção de economia caseira daria para se perceber que não se pode consumir e gastar mais do que se produz e gera de riqueza. A simples lição grega daria para se ver o resultado catastrófico da receita da Troika, assinada pelo PS, PSD e CDS e a que PCP e BE se opõem de uma forma absolutamente irrealista e ultrapassada.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mas nada disso parece penetrar os nossos “competentíssimos” políticos, economistas e governantes em gral. Ou então a sua competência está apenas ao serviço de interesses pessoais ou sectários. De uma forma ou de outra, eles não servem os interesses nacionais e é hora de os portugueses, de uma vez por todas, perceberem essa evidência.</p>
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		<title>Rumo ao Nacionalismo Renovador &#124; Pontos de entendimento</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/02/20/rumo-ao-nacionalismo-renovador-pontos-de-entendimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 10:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Política]]></category>
		<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[MENSAGEM E IMAGEM
1 &#8211; O Nacionalismo Renovador não é um fim, mas um princípio. Não é um ciclo que se fechou, mas algo que se iniciou, estando em aberto com o propósito de inovar o estilo, a mensagem e a imagem, em suma, para renovar o Nacionalismo. Haja coragem para percorrer esse caminho!
2 &#8211; Importa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nacionalismo-Renovador.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4364" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; float: right;" title="2012 - Nacionalismo Renovador" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nacionalismo-Renovador.jpg" alt="Nacionalismo Renovador" width="160" height="224" /></a>MENSAGEM E IMAGEM</span></span></strong></p>
<p>1 &#8211; O Nacionalismo Renovador não é um fim, mas um princípio. Não é um ciclo que se fechou, mas algo que se iniciou, estando em aberto com o propósito de inovar o estilo, a mensagem e a imagem, em suma, para renovar o Nacionalismo. Haja coragem para percorrer esse caminho!</p>
<p>2 &#8211; Importa Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na complexidade do mundo actual, as soluções realistas que nos permitam ser, aos olhos da sociedade, a grande alternativa ao sistema vigente.</p>
<p>3 – O Nacionalismo Renovador é, por vocação e essência, portador de uma ideologia Nacionalista, Portuguesa e Actual.</p>
<p>4 &#8211; O Nacionalismo tem de sair do &#8220;gueto&#8221; e chegar à população. Para isso, há que libertar amarras do passado, reconhecendo que os nossos antecessores foram visionários e inovadores no seu tempo, e que nos cabe agora, em respeito pelos &#8220;nossos&#8221; de hoje e de amanhã, ser realista, inovador, renovador e audaz.</p>
<p>5 &#8211; Qual o propósito de dizer que o “Futuro somos Nós”, se depois oferecermos o passado como modelo?</p>
<p>6 &#8211; O combate político, longe de ser estático, tem de saber interpretar os sinais dos tempos, adequar-se à sua época de modo a fazer passar as ideias de que se reclama portador, mas sem trair os seus próprios fundamentos.</p>
<p>7 &#8211; Pretendemos desvendar e trilhar o caminho de um Nacionalismo actual e apelativo, que toque as pessoas, fazendo com que se identifiquem e se revejam nas nossas causas e propostas, isto é, no Nacionalismo Renovador.</p>
<p>8 &#8211; Temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que urge a capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que, com uma nova atitude, se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.</p>
<p>9 &#8211; Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. E somos Renovadores, enquadrando no espaço e no tempo, o sentido do nosso trabalho e à nossa luta.</p>
<p>10 – Estamos conscientes da justiça das nossas causas e sabemos que uma grande parte dos portugueses concorda com elas. Contudo, se a imagem que transmitirmos, ou que caluniosamente façam de nós, for negativa, estaremos a repelir os apoios que naturalmente poderemos e deveremos ter.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">POSTURA</span></span></strong></p>
<p>11 &#8211; Nem todo o Nacionalista pelo facto de se considerar como tal, tem de ter o nosso apoio, respeito ou amizade, da mesma forma que alguém, pelo facto de ser Português, o tenha de ter necessariamente. Se for criminoso, marginal, <em>persona non grata</em> ou prejudicial à causa, nunca poderá ser considerado correligionário. Caso contrário, seríamos iguais àqueles que condenamos por se submeterem a um ‘politicamente-correctismo’ e à lógica bairrista-partidária: &#8220;é dos meus, logo, fecho os olhos…”.</p>
<p>12 – A ‘união’ é uma falácia, a experiência assim o diz. A ‘união’ entre pessoas e tendências muito distintas não passa de uma ilusão que rapidamente traz frutos podres. A unidade, essa sim, é desejável, mas só se verifica pontualmente, parcelarmente e em certa medida, devendo sempre funcionar numa base de mútuo respeito, e tendo em vista o verdadeiro interesse comum: Portugal e os Portugueses.</p>
<p>13 – Será sempre através de uma imagem positiva e limpa que ganharemos a confiança, apoio e simpatia dos Portugueses. Essa é a nossa postura e a nossa atitude perante a vida. Se temos causas justas, estas têm de ser veiculadas com uma imagem limpa e cativante.</p>
<p>14 – Será um erro patético e um desperdício de capacidades e energias se nos isolarmos num gueto ideológico, cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Tudo isso é estéril e vão.</p>
<p>15 &#8211; É chegada a hora de dizer basta aos anacronismos lunáticos e aos saudosismos estéreis que ainda minam alguns tipos de ‘nacionalistas’ e impedem a construção de um caminho.</p>
<p>16 &#8211; Doravante, com uma postura nacional renovadora dentro da militância no PNR e sobretudo nos seus dirigentes, não podem coexistir sectarismos e divergências inúteis, nem identificações e filiações ideológicas estéreis e vãs. As referências e influências mais profundas de cada um devem ser respeitadas e estimadas, mas restritas à esfera do individual e privado, já que, nada criam na discussão vazia de uma esfera pública.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">LUGAR NA HISTÓRIA</span></span></strong></p>
<p>17 &#8211; Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras firmes na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.</p>
<p>18 – Acrescentar algo de novo, corrigir desvios, sacudir os erros e fugir de saudosismos estéreis, são imposições de um Nacionalismo Renovador que se quer vital e actual.</p>
<p>19 &#8211; Frases feitas e regimes passados só convencem os nervosos, inseguros ou superficiais, e esses agem apenas guiados pela ilusão, comodismo, cegueira ou imediatismo, não sendo assim agentes de mudança porque lhes falta a constância, audácia e sensatez.</p>
<p>20 – Os alicerces de um edifício são fundamentais: são a sua base e suporte, mas não estão à vista. O que está à vista, que resplandece e se quer bonito, deve corresponder a uma época e a um lugar concretos. Ora o Nacionalismo deve ser entendido do mesmo modo: a sua essência, as suas referências e os seus pensadores, são o nosso alicerce e fundamento, mas aquilo que temos de apresentar como modelo e proposta, para ter futuro, tem de ser adequado ao nosso lugar e ao nosso tempo.</p>
<p>21 – O anacronismo é uma monstruosidade sem sentido e que nada constrói. Não se pode usar modelos que funcionam em determinada circunstância, e aplica-los em circunstâncias muito diversas.</p>
<p>22 &#8211; A História é feita por quem vence. Dessa forma, há muitos anos que a campanha maciça contra o Nacionalismo é uma realidade. Não temos qualquer hipótese de contrariar, à escala das massas, essa imagem que nos é colada com intencionalidade e injustiça. Resta-nos inovar e criar uma nova imagem, já que as causas que defendemos são justas e apelativas.</p>
<p>23 &#8211; É necessária coragem para dar os passos necessários no caminho da evolução e amadurecimento, permitindo o crescimento do Nacionalismo em qualidade, actualidade e quantidade. Não ter essa coragem acarreta o atrofiamento, pois estagnar é morrer!</p>
<p>24 &#8211; O nosso ADN é Nacionalista, e as nossas referências históricas também o são! Não renegamos, por isso, nada daquilo que somos. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais.</p>
<p>25 – Se recebemos um legado dos nossos Antepassados nacionalistas, não é justo que o transmitamos actualizado, corrigido e enriquecido aos vindouros? Ou iremos transmitir um modelo obsoleto e inútil?</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">CAUSAS</span></span></strong></p>
<p>26 – A frontalidade, solidez e firmeza na defesa das causas, exigem coragem e determinação, mas isso nada tem que ver com agressividade na imagem e na conduta.</p>
<p>27 – Não temos de nos admirar que, hoje em dia, os Nacionalistas defendam causas aparentemente opostas àquelas que defenderam no século XX, desde que não firam os fundamentos e a sua génese.</p>
<p>28 – Repudiamos o igualitarismo (se bem que não a igualdade de oportunidades) e a mentira que lhe está subjacente. Como tal, aplicamos este princípio a tudo. Por conseguinte, se não é justo nem sensato tratar-se de igual modo pessoas diferentes e situações diferentes, também não se pode aplicar “receitas” ideológicas iguais sem olhar à época e às nações em questão.</p>
<p>29 – Ao contrário do que sucedeu com alguns segmentos nacionalistas do século XX, o Nacionalismo Renovador repudia o imperialismo e respeita os demais povos e nações. Deste modo, condena as intromissões de Estados mais fortes na vida interna de outros Estados e repudia de igual modo o multiculturalismo destruidor da identidade das nações.</p>
<p>30 – Os grandes males que afligem as Nações são o Mundialismo e o multiculturalismo, e apenas o Nacionalismo Renovador faz frente a estes gigantes, defendendo intransigentemente o nacionalismo no Portugal do século XXI.</p>
<p>31 – Não somos contra as pessoas, e como tal, não somos contra o imigrante individualmente, mas somos radicalmente contra a imigração invasora que põe em perigo a nossa identidade e cultura e configura um grave crime contra a Nação.</p>
<p>32 – Temos de “pensar em português” e ”fazer em português” aquilo que só em português possa e deva ser pensado e feito.</p>
<p>33 – Defender a Identidade e a Soberania da Nação, não implica defender o isolacionismo. Corresponde, isso sim, ao dever de defender e promover aquilo que é nosso, numa perspectiva de salvaguarda do direito de cada povo ao seu território e à sua identidade e do direito de cada pessoa a viver e a trabalhar na sua terra junto dos seus.</p>
<p>34 – Colocar Portugal e os Portugueses em primeiro lugar não representa xenofobia, mas antes um dever natural de fazer aquilo que, se não formos nós a fazer, ninguém mais fará por nós. Respeitamos todos os povos e culturas, mas Portugal não se pode comportar como uma mãe que não cuida dos seus filhos.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">PORTUGAL</span></span></strong></p>
<p>35 – No meio de todas as outras propostas político-partidárias do espectro político nacional, apenas o Nacionalismo Renovador apresenta uma verdadeira alternativa, com propostas coerentes e radicalmente diferentes daquelas que os outros defendem.</p>
<p>36 &#8211; Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias actuais e claras e o olhar posto no amanhã. E, para isso, já não servem antigos modelos e métodos, que têm o seu lugar na História, mas “são águas passadas que não movem os moinhos” do Presente e do Futuro.</p>
<p>37 &#8211; Portugal precisa de ver Renovada a Fé dos Portugueses nos “seus” e na sua Nação, mas com modelos em que possa acreditar e caminhos onde veja esperança e objectivos, para a reconstrução de uma nova <em>portugalidade</em>.</p>
<p>38 &#8211; A sociedade é composta por seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.</p>
<p>39 – É necessário renovar &#8211; através do combate político e cultural &#8211; os conceitos de Identidade e de Comunidade, amplamente ameaçados. E incutir em cada um de nós o sentido, o gosto e a missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional que é a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">ESTADO</span></span></strong></p>
<p>40 &#8211; Na defesa e fortalecimento dos nossos valores e causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.</p>
<p>41 &#8211; Não queremos mais Estado ou menos Estado numa perspectiva presa aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.</p>
<p>42 &#8211; O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiante. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.</p>
<p>43 &#8211; O Estado é fundamental e tem de ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, garantir os serviços primários de autonomia e auto-sobrevivência, garantir o acesso à Educação e Saúde para todos, promover a Justiça Social e impedir toda a espécie de abusos ou de desigualdades gritantes.</p>
<p>44 &#8211; Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais, bem como, garantir a protecção do nosso património, nos seus bens históricos, móveis e imóveis, materiais e imateriais.</p>
<p>45 &#8211; Ao Estado compete garantir, sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: medium;">DESAFIOS </span></span></strong></p>
<p>46 &#8211; Só o caminho do Estado Nacional e Social, preconizado pelo Nacionalismo Renovador, poderá recolocar Portugal no rumo certo e condenar todos os responsáveis pelo desastre nacional, obrigando-os a devolver tudo o que roubaram.</p>
<p>48 – Cabe ao Nacionalismo Renovador contribuir para a refundação de uma nova portugalidade, conduzindo Portugal do malogro ao milagre no mais curto prazo de tempo possível, e pugnar por um sistema simultaneamente tradicional e vanguardista, rejeitando passadismos inúteis e progressismos prejudiciais, sempre com os olhos postos na construção de um projecto político de raiz nacionalista, que nos devolva a faculdade de contemplar o corpo da Pátria em todos e em cada um dos Seus membros, passados, presentes e vindouros.</p>
<p>49 – Importa criar as condições de existência de um Portugal renovado e inovador, assente nos Seus quase nove séculos de vida, e que de novo imprima a Sua marca na História. Inventámos e inovámos muito ao longo da História; inventemos agora a navegação contra a crise dos valores e mentalidades que se enraizaram na nossa sociedade.</p>
<p>50 &#8211; Assentes nos pressupostos que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.</p>
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		<title>Conferência sobre Energia Nuclear &#124; Fotogaleria</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 01:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizou-se no sábado, dia 11 de Fevereiro, a segunda sessão do ciclo de conferências sobre ecologia e energias, promovida pelo Movimento Verde, intitulada “Energia Nuclear, solução energética para Portugal?”, que se saldou em mais um evento muito positivo, tendo-se registado bastante interesse e entusiasmo por parte dos assistentes.





&#62; Cartaz da Conferência.
&#62; Leandro Souto, do Movimento Verde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong>Realizou-se no sábado, dia 11 de Fevereiro, a segunda sessão do ciclo de conferências sobre ecologia e energias, promovida pelo Movimento Verde, intitulada <a href="http://www.pnr.pt/2012/01/25/11-de-fevereiro-conferencia-sobre-energia-nuclear/" target="_blank">“Energia Nuclear, solução energética para Portugal?”</a>, que se saldou em mais um evento muito positivo, tendo-se registado bastante interesse e entusiasmo por parte dos assistentes.</strong></span></p>
<table style="width: 650px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-conferência-nuclear.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4156" title="2012 - conferência nuclear" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-conferência-nuclear.jpg" alt="nuclear" width="162" height="231" /></a><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-02.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4263" title="2012 - Nuclear 02" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-02.jpg" alt="2012 - Nuclear 02" width="237" height="231" /></a></td>
<td valign="top">
<p style="text-align: left;">&gt; Cartaz da Conferência.</p>
<p style="text-align: left;">&gt; Leandro Souto, do Movimento Verde e o Eng. Ricardo Augusto, foram os oradores.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-00.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4301" title="2012 - Nuclear 00" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-00.jpg" alt="2012 - Nuclear 00" width="400" height="251" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-01.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4262" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="2012 - Nuclear 01" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-01.jpg" alt="2012 - Nuclear 01" width="400" height="207" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-03.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4268" title="2012 - Nuclear 03" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-03.jpg" alt="2012 - Nuclear 03" width="400" height="237" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-04.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4285" title="2012 - Nuclear 04" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-04.jpg" alt="Nuclear " width="400" height="211" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-05.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4286" title="2012 - Nuclear 05" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-05.jpg" alt="2012 - Nuclear 05" width="400" height="239" /></a></td>
<td></td>
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<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-06.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4287" title="2012 - Nuclear 06" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-06.jpg" alt="2012 - Nuclear 06" width="400" height="189" /></a></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Conferência do Movimento Verde sobre energia nuclear</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/02/13/conferencia-do-movimento-verde-sobre-energia-nuclear/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 02:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Realizou-se no sábado, dia 11 de Fevereiro, a segunda sessão do ciclo de conferências sobre ecologia e energias, promovida pelo Movimento Verde, intitulada “Energia Nuclear, solução energética para Portugal?”, que se saldou em mais um evento muito positivo, tendo-se registado bastante interesse e entusiasmo por parte daqueles que optaram por dedicar a sua tarde de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4262 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="2012 - Nuclear 01" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-01.jpg" alt="Nuclear " width="440" height="228" /></p>
<p>Realizou-se no sábado, dia 11 de Fevereiro, a segunda sessão do ciclo de conferências sobre ecologia e energias, promovida pelo Movimento Verde, intitulada <a href="http://www.pnr.pt/2012/01/25/11-de-fevereiro-conferencia-sobre-energia-nuclear/" target="_blank">“Energia Nuclear, solução energética para Portugal?”</a>, que se saldou em mais um evento muito positivo, tendo-se registado bastante interesse e entusiasmo por parte daqueles que optaram por dedicar a sua tarde de sábado ao salutar debate de ideias sobre esta temática.</p>
<p>Leandro Souto, colaborador do Movimento Verde, deu início às actividades e fez um breve balanço da actividade do Movimento Verde que, apesar de contar com menos de três meses de existência, tem já no seu currículo bastante trabalho desenvolvido “no terreno”. Foi também anunciado o arranque do ramo regional de Coimbra, que está a organizar a terceira sessão deste ciclo de conferências, subordinada à temática da co-incineração e que terá lugar no próximo mês de Março, bem como o arranque do ramo de Setúbal, que está a trabalhar no projecto “Ética e Solidariedade” e cuja primeira acção será anunciada muito em breve.</p>
<p>Em seguida, tomou a palavra o Eng. Ricardo Augusto, que começou por falar da forma de funcionamento de uma central nuclear e de um reactor típico, bem como das diferentes formas de reacção nuclear, nomeadamente a fusão e a fissão, sendo esta última apresentada pelo orador como a única alternativa nuclear viável para fazer face a problemas como o aumento do consumo energético global, a escassez de alguns recursos energéticos e o consequente aumento do seu preço, e as famigeradas emissões de gases de efeitos de estufa.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4263" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; float: left;" title="2012 - Nuclear 02" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-02.jpg" alt="2012 - Nuclear 02" width="220" height="214" />Depois da análise de alguns quadros estatísticos relacionados com consumo-produção energética <em>versus</em> análise custo-benefício, o orador falou das vantagens e das desvantagens desta opção energética, tentando desfazer alguns “mitos”, como sejam, o da falta de segurança ou o facto de não ser uma energia “limpa”.</p>
<p>Antes do intervalo, Rui Amiguinho, também colaborador do Movimento Verde, apresentou o caderno literário “A Ecologia como Revolução” de J.C. Arroyo, tendo aproveitado para salientar que o Movimento Verde pretende recuperar o verdadeiro e original significado da palavra “Ecologia” e do âmbito de acção de um “Movimento Ambientalista”, que consiste numa abordagem “sangue e solo, terra e identidade” face ao Homem e à Natureza em torno de factores indispensáveis como o território, a identidade, a comunidade ou a hierarquia.</p>
<p>Na segunda parte do evento, após um intervalo para lanche e convívio, o Eng. Ricardo Augusto falou do futuro da energia nuclear, bem como da possível implementação de uma solução deste tipo no nosso território. Na opinião do nosso orador, devido a um conjunto de variáveis, como sejam a forte aposta que Portugal tem já nas renováveis ou o facto do preço dos combustíveis fósseis não ser ainda uma ameaça, a aposta no nuclear não é fundamental para o imediato, mas é uma opção a ter em conta no longo prazo, considerando que esta forma de energia seria complementar às renováveis, contribuindo assim para uma maior independência energética portuguesa e maior diversidade deste sector.</p>
<p>Finda a apresentação, deu-se início a uma animada sessão de perguntas e respostas, que certamente enriqueceu e ajudou a esclarecer ou reforçar as ideias de todos os presentes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4268 aligncenter" style="vertical-align: bottom;" title="2012 - Nuclear 03" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Nuclear-03.jpg" alt="2012 - Nuclear 03" width="440" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.pnr.pt/2012/02/14/conferencias-2012-fotogaleria/"><strong>[Ver Fotogaleria]</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apontamento semanal &#124; 6 de Fevereiro</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/02/06/apontamento-semanal-6-de-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamento semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62; Novo aumento dos transportes. O Governo anunciou um aumento médio de 5%, mas a análise dos preços anunciados para os diferentes títulos de transporte mostra uma realidade diferente chegando em certos casos aos 50%, 60% e até 80%&#8230;
Mais uma vez, o caminho escolhido pelo, governo para fazer face à dívida, é o do imediatismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Novo aumento dos transportes.</span></strong> <a href="http://economico.sapo.pt/noticias/transportes-publicos-ficam-mais-caros-a-partir-de-hoje_137142.html" target="_blank">O Governo anunciou um aumento médio de 5%,</a> mas a análise dos preços anunciados para os diferentes títulos de transporte mostra uma realidade diferente chegando em certos casos aos 50%, 60% e até 80%&#8230;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mais uma vez, o caminho escolhido pelo, governo para fazer face à dívida, é o do imediatismo e da facilidade, indo novamente aos bolsos das pessoas e, deste modo, penalizando mais ainda os orçamentos familiares, já por demais fragilizados.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Se é verdade que o sector dos transportes tem um buraco acumulado de 10 mil milhões de euros, tal deve-se a uma gestão danosa e incompetente, mas não é por esta via que se deve arrumar a casa, e sim, antes, pela gestão rigorosa, honesta e reestruturada do sector. De igual forma, os sindicatos, ao brincarem às reivindicações insanas, estão a prejudicar gravemente os trabalhadores do sector e a população em geral, contribuindo ainda para o agravamento da situação.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Não se entende também o contra-senso que leva a que, por um lado, se insista na utilização de transportes públicos em detrimento da viatura própria, mas por outro se encerrem e reduzam os meios de transporte e se aumente gravosamente os preços. Afinal, o que é isto senão um convite ao uso do carro?</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; O exemplo que não vem de cima.</span></strong> <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/lello-escondeu-conta-milionaria" target="_blank">José Lello omitiu, durante 14 anos</a>, uma conta num fundo, partilhada com a mulher, com mais de 658 mil euros, justificando tal omissão com o desconhecimento da lei.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Coitados dos governantes… não conhecem a lei! Pois precisamente esta amálgama de incompetência, falta de exemplo e imoralidade da maioria dos governantes que vivem acima da lei ou no seu “desconhecimento”, é motivo mais que suficiente para se sentir uma verdadeira repulsa por este regime.</p>
<p style="padding-left: 30px;">E tudo aquilo que se vai sabendo, permite perceber que isto é apenas a ponta de um iceberg gigante, deixando a noção de que a maior parte dos dirigentes, muitíssimos ricos – embora tenham sempre um discurso de preocupações sociais… &#8211; fez fortuna por via dos cargos ocupados.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Eis pois, algumas das conquistas do 25 de Abril: imoralidade que fede por toda a parte e a corrupção que se entranhou na sociedade. Nem que seja apenas por estes frutos podres, o regime é merecedor do veredicto de pena capital e os responsáveis por isso, de punição exemplar e obrigação de restituírem tudo o que têm roubado.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; A tentação imperialista.</span> </strong>O número dois do governo alemão defendeu ontem que se os gregos não cumprirem os objectivos, então <a href="http://www.ionline.pt/dinheiro/governo-alemao-confirma-berlim-quer-ocupar-atenas-talvez-lisboa" target="_blank">terá de ser imposta de fora uma liderança, a partir da União Europeia</a>, o que gerou viva indignação da parte do Governo grego. Esta tentativa alemã de governar Atenas pode ser estendida a outros países, como Portugal. Uma fonte do governo alemão disse à agência que esta proposta não se destina apenas à Grécia, mas a outros países da zona euro em dificuldades que recebem ajuda financeira e não são capazes de atingir os objectivos que acordaram.</p>
<p style="padding-left: 30px;">A indignação dos governantes gregos não se fez esperar, bem como a de muitos outros sectores ou países da UE. A nós, PNR, nada disto nos surpreende, já que desde sempre denunciámos a perda da soberania das Nações nesta aventura federalista, referindo que os países periféricos e menos preparados seriam, naturalmente, as maiores vítimas desta união contra-natura. Portugal encontra-se naturalmente no mesmo pacote da Grécia.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Aquilo que a nós causa estranheza é a forma como os políticos se recusam a ver as evidências! Não conseguem ver que as soberanias dos países periféricos, além de estarem já mutiladas, estão cada vez mais ameaçadas? Não conseguem ver que, por pura aritmética, a Grécia, ou Portugal, nunca terão capacidade de pagar sequer os juros da dívida externa?</p>
<p style="padding-left: 30px;">A asneira já está feita e os sacrifícios são inevitáveis, mas não se pode persistir na asneira e exigir sacrifícios em vão. É imperioso mudar-se o rumo das decisões e ter-se objectivos nacionais, de curto, médio e longo prazo, que apontem no sentido da recuperação da economia e da soberania.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Metro rejeita campanha.</span></strong> <a href="http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/2148/uma-troca-de-beijos-no-metro-de-lisboa-contra-homofobia" target="_blank">O Metro de Lisboa recusou uma campanha da rede social gay Manhunt</a> com imagens de dois homens de tronco nu a trocarem um beijo, e de t-shirt, abraçados. A empresa argumentou que esta publicidade pode “ferir susceptibilidades”.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Esta decisão é acertadíssima e plenamente justificada! Mas, como quase tudo o que está certo, nesta sociedade de pernas para o ar, acaba por ser mal visto e amaldiçoado pela suposta “elite bem-pensante” e “guardiã das verdades absolutas”, cujos elementos, embora se auto-proclamem tolerantes, são do mais persecutório que existe, e disparam com os chavões do costume, de discriminação, homofobia e outros preconceitos que tais. Para esta gente, a justíssima sensibilidade comum das pessoas pode ser atropelada sem qualquer respeito ou consideração, e tem que se sujeitar à violência antinatural de quem nos quer impor à força imagens aberrantes de promoção de desvios sexuais.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Teimosia do acordo ortográfico.</span></strong> <a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=967360" target="_blank">Se a implementação do Acordo Ortográfico dependesse apenas dos resultados do processo de consulta, há muito que o projecto teria sido abandonado</a>. Das 27 entidades contactadas, apenas duas se mostraram favoráveis. As dúvidas e críticas severas manifestadas pelos peritos da maior parte das instituições participantes não impediram que a ratificação do Acordo seguisse o seu rumo: o tratado que visa unificar a língua portuguesa aguarda apenas a promulgação do presidente da República para tornar-se uma realidade.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Não há qualquer motivo para não se cancelar o acordo Ortográfico, senão uma teimosia incompreensível, que contraria todo o bom senso e a esmagadora maioria dos linguistas. Afinal, porque não se suspende o “AO1990”? É uma reforma ortográfica totalmente desajustada e inútil, um atentado à cultura, que em 20 anos nunca foi aplicada porque é um absurdo completo, mas de há uns 3 anos para cá resolveram impô-la de qualquer maneira! E não serve o argumento de que &#8220;já está feito&#8221;! Nada é irreversível, sobretudo sendo uma cretinice completa. Disso, foi exemplo a corajosa e <a href="http://www.publico.pt/Sociedade/graca-moura-da-ordem-aos-servicos-do-ccb-para-nao-aplicarem-o-acordo-ortografico_1532066" target="_blank">acertada decisão de Vasco Graça Moura</a>, que ao ser empossado Presidente do CCB revogou a decisão da anterior direcção e proibiu, nesse Centro Cultural, a aplicação do famigerado acordo.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O Brasil também aprovou o Acordo de 1945, o Congresso Nacional não chegou a ratificá-lo e acabou por ser revogado em 1955! Ponha-se então no lixo, esta perfeita estupidez ditada apenas por interesses políticos e económicos, que configura um atentado contra a cultura. É preciso revogar esta aberração, que abastarda uma herança cultural, alterando por decreto a língua, que é parte do património cultural de uma nação e não propriedade dos governos do momento!</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Novo mapa judicial</span>.</strong> <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=40302" target="_blank">O Ministério da Justiça vai extinguir 47 tribunais situados em sedes de concelho</a>, reduzindo de 231 para 20 o número de comarcas judiciais no território nacional.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O Sistema Judicial Português é lento e burocrático e, em consequência disso, encontra-se perto da paralisação e da rotura pela acumulação de processos. Nessa medida, não nos opomos à reestruturação de todo o sistema e à revisão do Mapa Judicial, aliás, defendemos que isso seja feito! Mas que seja levado a cabo com critério, que seja revisto por especialistas multidisciplinares e que tenha em conta o melhor funcionamento do sistema Judicial e o serviço às populações.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mas, tal como se tem passado com as escolas, serviços de saúde, CTT, etc., estes encerramentos de Tribunais esboçam já um atentado aos interesses de várias localidades, olhando apenas à frieza dos números.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O PNR lutará ao lado das populações contra toda e qualquer medida economicista, que corte a direito e cegamente, que provoque mais desertificação e que acentue o fosse entre ricos e pobres na procura de justiça.</p>
<p style="padding-left: 30px;">É imperioso reestruturar o Sistema Judicial por forma a aumentar a sua eficácia e operacionalidade.. E esta deve passar pela especialização dos Tribunais, em função da natureza dos crimes e pelo aumento dos Juízes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade. Assim, os tribunais mais pequenos são pedras basilares em toda a política judicial que defendemos.</p>
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		<item>
		<title>Do Presidente aos Nacionalistas &#124; Fevereiro de 2012</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/02/04/do-presidente-aos-nacionalistas-fevereiro-de-2012/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 22:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem do Presidente]]></category>

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		<description><![CDATA[Fernando Pessoa, quando solicitado, no final dos anos 20, para imaginar uma frase de propaganda para a Coca-Cola, criou uma expressão genial que se tem aplicado em inúmeras situações: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.
Tal ideia pode aplicar-se a tudo aquilo que não é indiferente ou inócuo, mas antes, que tem personalidade, singularidade e características incontornáveis. Tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Pessoa, quando solicitado, no final dos anos 20, para imaginar uma frase de propaganda para a Coca-Cola, criou uma expressão genial que se tem aplicado em inúmeras situações: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.</p>
<p>Tal ideia pode aplicar-se a tudo aquilo que não é indiferente ou inócuo, mas antes, que tem personalidade, singularidade e características incontornáveis. Tais situações ou factos podem, numa primeira abordagem, gerar dúvida, cepticismo ou descrença, mas a seu tempo revelam-se fecundas e interiorizam-se como que por osmose. Não há nada que, sendo ousado, marcante e de envergadura e coragem, passe despercebido e não gere alguma resistência e polémica.</p>
<p>Neste mesmo plano de ideias, podemos enquadrar o Nacionalismo-Renovador, já que consiste numa mudança de mentalidade, postura e imagem que poderá causar estranheza ou resistência em alguns, mas há-de entranhar-se na sociedade, que é justamente o que se deseja. Tal corresponde a um imperativo de expansão daquele que é inequivocamente o projecto Nacionalista de maior envergadura, durabilidade e credibilidade no pós 25 de Abril: o PNR!</p>
<p>Enquanto partido político, o PNR aspira naturalmente a vir a ser poder, não se podendo contentar com uma visão pequenina ou subterrânea. E se tal situação se tem verificado, não obstante o facto de o nosso partido ter vindo a crescer paulatinamente aos mais diversos níveis, ela deve-se naturalmente a factores externos, por demais dissecados e que tornam esta luta muito desigual, mas também a factores internos que invariavelmente têm minado a área Nacionalista ao longo de décadas. Não é um problema de agora, mas de sempre!</p>
<p>Estabelecendo um paralelo com o estado do país, relativamente ao qual, temos dito frequentemente que não se pode encontrar soluções, insistindo-se nas mesmas politicas erradas e lógicas viciadas, de igual modo, se queremos dar um passo em frente, um passo de coragem, que nos possa mais facilmente projectar para a sociedade, temos que encontrar soluções de fundo, ousadas e sensatas, que, naturalmente não se podem encontrar em lugares comuns, estafados e por demais chumbados de falsas e frágeis uniões, de treinos de bancada e iluminadas ideias próprias da falta de experiência ou de constância.</p>
<p>Temos um partido – o único partido Nacionalista em Portugal! – portador de um discurso único e corajoso, detentor de causas ímpares na nossa terra e, bem o sabemos, partilhado por muitos portugueses: cada vez mais! Mas a mensagem não lhes chega, nem tão pouco a própria existência do PNR.</p>
<p>Como se sabe, há poderosos factores externos que, pelo facto de virem dos nossos inimigos (reciprocamente sentidos como tal), armadilham o terreno da nossa legítima expressão. Mas não podemos ignorar também, os tais factores internos que em nada têm ajudado. E só os obstinados e curtos de vistas, persistem nos erros, nada aprendendo com eles.</p>
<p>Temos que corrigir erros e proceder a certos acertos para avançarmos e chegarmos longe! Mudar, não significa abdicar do Nacionalismo ou adoptar a postura caricata e pouco inteligível de uma espécie de “nacionalismo moderado”. Isso não! O nosso perfil não é comparável ao de uma certa figurinha invertebrada que um belo dia meteu o seu socialismo na gaveta… Pelo contrário, queremos levar o Nacionalismo bem longe e erguê-lo tão alto como o nosso sonho!</p>
<p>Estamos convictos da nossa razão e de que o Nacionalismo é a única alternativa para Portugal e, aliás, para qualquer nação, enquanto defensor de cada identidade e soberania, em oposição ao totalitarismo mundialista.</p>
<p>Mas temos que mudar algo, corajosamente, que, sem pôr em risco ou perigo o ADN do PNR nem fazer concessões nas suas causas, permita eliminar os factores que impedem o seu crescimento e que esteja ao nosso alcance modificá-los.</p>
<p>Nisto consiste o Nacionalismo Renovador: pautando-se por uma matriz de Actualidade e Portugalidade, visa libertar-se de tudo o que o possa enlear, justamente para o fazer emergir da zona de penumbra em que se encontra.</p>
<p>Se temos a razão do nosso lado, bem como a potencial adesão das pessoas às nossas causas, não podemos perder esta oportunidade por via de uma imagem e de uma linguagem que não só não cativem as pessoas, como possam mesmo ser factor de repulsa e afastamento. A culpa é externa? Sim, sem dúvida! Mas também há culpas internas, e nunca até hoje houve discernimento, coragem ou oportunidade de se mudar algo. Ou melhor: hoje, isso já está em curso, e intui-se já os bons frutos desse passo de coragem.</p>
<p>De que nos vale ter ideias boas se elas não chegam às pessoas? De que nos vale ter e ser a alternativa se lhes mostramos saudosismo e anacronismo? É a hora de acabar com essa insensatez. É a hora de se acabar com eternas divergências onde Nacionalistas se reclamam de tal ou tal tendência quando, mais a mais, todas elas estão desadaptadas ao tempo e ao espaço.</p>
<p>Chega! Há que inovar para se renovar o Nacionalismo e torná-lo realmente Português, Actual e eficaz. Há que levar estas justíssimas causas aos portugueses sem os repelir, pois temos toda a razão. Há que lhes apresentar as causas de cara limpa e com boa imagem. Só desta forma mais gente estará disposta a dar a cara por nós e connosco.</p>
<p>Cabe na cabeça de alguém seduzir as massas com agressividade e discursos de “mata e esfola”? Ou com imagens com que as pessoas não se identificam? Será razoável apresentarem-se justos ideais, de actualidade, recorrendo a estilos de outras épocas e lugares? Afinal o que é mais importante: fazer vingar a essência do Nacionalismo ou teimar-se em certos folclores de gosto discutível?</p>
<p>Não é com imagem ou linguagem violenta que se atrai as pessoas, mas antes com discurso e mensagem intransigentes, sólidos, esclarecidos e diametralmente opostos aos rumos que, malogradamente, a nossa Pátria tem seguido. E esse discurso não pode ser autista e estar divorciado das pessoas e da realidade.</p>
<p>Queremos, de facto, que o Nacionalismo vença, e, como tal, temos o projecto Nacional-Renovador e temos o PNR aberto a todos aqueles de boa vontade que queiram vir connosco, dando sentido e corpo à unidade de acção e pensamento em torno do que é essencial e comum entre todos.</p>
<p>José Pinto-Coelho | 4 de Fevereiro de 2012</p>
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		<title>Campanha contra os Grafitis selvagens</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 15:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ontem à tarde, sexta-feira, 3 de Fevereiro, cerca de uma dezena de militantes do PNR, protagonizaram nova acção de propaganda, desta feita, nas imediações da estação de comboios do Rossio.
Os transeuntes foram abordados por elementos do partido, que procediam à divulgação da campanha intitulada «Grafitis? Não obrigado! Defendamos o Património», e não obstante a azáfama de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Grafitis-2.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-4227 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="2012 - Grafitis 2" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Grafitis-2.jpg" alt="Grafitis" width="400" height="248" /></a></p>
<p>Ontem à tarde, sexta-feira, 3 de Fevereiro, cerca de uma dezena de militantes do PNR, protagonizaram nova acção de propaganda, desta feita, nas imediações da estação de comboios do Rossio.</p>
<p>Os transeuntes foram abordados por elementos do partido, que procediam à divulgação da campanha intitulada «<a href="http://www.pnr.pt/propaganda/#folhetos" target="_blank">Grafitis? Não obrigado! Defendamos o Património</a>», e não obstante a azáfama de regresso ao lar, foram inúmeros as pessoas que não se escusaram em  manifestar concordância com os pontos de vista expressos nos <a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/02/2012-Graffitis.pdf" target="_blank">folhetos</a> alusivos ao tema.</p>
<p>Houve, inclusive,  quem pretendesse inteirar-se com mais detalhe acerca dos propósitos da  iniciativa, reiterando a sua repugnância por um fenómeno de puro vandalismo, que não  salvaguarda sequer edifícios de cariz histórico.</p>
<p>Dignas de registo, as palavras de encorajamento provenientes de quem,  reclamando-se de quadrante ideológico antagónico ao PNR, considerou a iniciativa oportuna e arrojada.</p>
<p>Em suma, uma jornada coroada de êxito, contribuindo para reforçar a imagem do partido  junto de eleitores habituais, como, em simultâneo, permitindo propagar a <em>Chama</em> nacionalista e granjear a simpatia de potenciais apoiantes.</p>
<p>Oportunamente, será feita uma nova acção, no seio dos bairros históricos mais afectados por este flagelo do vandalismo.</p>
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		<title>Distribuição de propaganda contra os grafitis selvagens</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 23:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde há muitos anos que nos temos “habituado” a ver vandalizado o património público, que, afinal, é de todos nós.
Nas nossas cidades sobressaem os grafitis, que não poupam paredes velhas nem novas, muros, casas, estátuas, monumentos e até transportes.
Até quando teremos que aceitar esta realidade onde prevalece a falta de respeito pelo património comum? Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-Graffitis.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4215" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; float: left; border-image: initial; border: 1px solid black;" title="2012 - Graffitis" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-Graffitis.jpg" alt="Graffitis" width="160" height="221" /></a>Desde há muitos anos que nos temos “habituado” a ver vandalizado o património público, que, afinal, é de todos nós.</p>
<p>Nas nossas cidades sobressaem os <em>grafitis</em>, que não poupam paredes velhas nem novas, muros, casas, estátuas, monumentos e até transportes.</p>
<p>Até quando teremos que aceitar esta realidade onde prevalece a falta de respeito pelo património comum? Até quando ficará impune a destruição selvagem da propriedade pública e privada?</p>
<p>Afinal, tudo se resume a uma questão de mentalidades, onde os gangues e marginais rabiscam as paredes face à passividade das autoridades e da população em geral. É inaceitável que os nossos jovens assimilem esta sub-cultura de selvajaria, importada, que graça um pouco por toda a parte, e não haja a menor reacção das autoridades ou da sociedade em geral.</p>
<p>O PNR defende que se punam, efectivamente, os crimes de vandalismo com multas pesadas, serviço cívico ou mesmo prisão, consoante os casos, e que, por outro lado, se legisle no sentido de serem criados espaços próprios para pintura mural e urbana, devidamente regulamentada.</p>
<p>O PNR, que começou a falar deste tema no seu programa eleitoral para as “Intercalares de Lisboa em 2007, lança agora uma campanha específica de sensibilização para esta causa, através de distribuição de folhetos “pela criminalização dos <em>grafitis</em> selvagens”.</p>
<p>Assim, estaremos na próxima <strong>6ª feira, dia 3, às 18:00 horas, em frente à Estação de Comboios do Rossio</strong>, para realizar uma distribuição de panfletos.</p>
<p>Queremos as nossas cidades limpas e o património respeitado!</p>
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		<title>Governo enxovalha portugueses e promove imigração invasora</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 23:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Identidade e Soberania]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Imigração]]></category>
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		<category><![CDATA[Artigos - Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[O Governo de Passos Coelho anunciou, recentemente, o propósito de introduzir alterações no tocante à Lei da Imigração, visando conter a saída de imigrantes rumo aos países de origem.
Socorrendo-se de estafados mitos e falácias, sustentados até à exaustão por empedernidos imigracionistas, o executivo PSD/CDS, alega que a imigração constitui uma «alavanca» para o país ultrapassar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-Imigração.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4109" style="float: right; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="2012 - Imigração" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/01/2012-Imigração.jpg" alt="Imigração" width="160" height="224" /></a>O Governo de Passos Coelho anunciou, recentemente, o propósito de introduzir alterações no tocante à Lei da Imigração, visando conter a saída de imigrantes rumo aos países de origem.</p>
<p>Socorrendo-se de estafados mitos e falácias, sustentados até à exaustão por empedernidos imigracionistas, o executivo PSD/CDS, alega que a imigração constitui uma «alavanca» para o país ultrapassar a crise vigente, incrementando os actuais baixos  índices de natalidade, e em simultâneo, contribuindo para o equilíbrio da Segurança Social.</p>
<p>Após incitar, por repetidas vezes,  vastas faixas da população portuguesa a emigrar, a incongruência governamental revela-se em todo o seu esplendor, ao anunciar a firme  pretensão de demover os estrangeiros interessados em  retornarem às terras de proveniência.</p>
<p>Enquanto se  instiga   jovens portugueses,  qualificados, a  rumarem a outras paragens,  usufruindo essas nações  da mão-de-obra especializada de que o nosso  país carece, em contrapartida, pretende-se cativar a presença em solo luso, de imigrantes com escasso poder reivindicativo, propensos a desempenhar funções mal remuneradas, regra geral, em condições precárias, inaceitáveis por parte do trabalhador autóctone.</p>
<p>Ao recorrer-se cada vez mais, a uma força de trabalho estrangeira   conformada  com salários de miséria, dado que  amiúde suplantam, ainda assim,  as remunerações praticadas nos países de origem, criam-se condições para pressionar a média salarial no sentido descendente.</p>
<p>Daqui deriva o famigerado e demagógico  chavão, propalado aos quatro ventos pelos partidários do mundialismo, segundo o qual, «os imigrantes são imprescindíveis  para executar as tarefas que os portugueses recusam».</p>
<p>Na verdade, muitos compatriotas nossos desempenham fora do seu país natal, precisamente essas funções, porém, a troco de remuneração compatível  e justa.</p>
<p>No tocante à reduzida taxa de natalidade, mais uma vez, a imigração jamais poderá ser encarada como panaceia para  tão séria ameaça.</p>
<p>Na génese deste  dramático panorama, encontra-se subjacente a  ausência de políticas de natalidade eficazes, inexistência de  planos de ajuda económica aos casais portugueses, carência de oferta de habitação a valores módicos, os baixos salários praticados, sem olvidar, o crescente sentimento de  individualismo reinante na sociedade actual.</p>
<p>A solução preconizada pelos actuais governantes, consiste na  atribuição da nacionalidade portuguesa  aos filhos dos imigrantes. Tendo em conta o fluxo crescente de imigrantes extra-europeus rumo a Portugal, a sua  implementação acarretará uma inevitável ameaça para a identidade de uma nação com mais de oito séculos de história.</p>
<p>Os episódios de autêntica  guerra civil, registados em distintos  pontos da Europa, e cada vez mais banais, inclusive em Portugal,  protagonizados por «jovens» de origem extra comunitária, pelos vistos, passaram incólumes aos olhos dos actuais  proponentes da reforma da Lei da Imigração.</p>
<p>Por último, é imperioso frisar que  as propostas atrás mencionadas,  são paradoxalmente da autoria de  um governo, de que faz parte o CDS/PP, partido que logrou obter o voto de um número significativo  de  nacionalistas, preconizando  de forma cínica e despudorada medidas diametralmente antagónicas às que almeja aplicar.</p>
<p>Urge de forma definitiva, romper com o tristemente célebre «voto (in)útil», e perante a traição que se avizinha, dar um voto de confiança ao PNR, único partido a colocar Portugal e os portugueses sempre em primeiro lugar.</p>
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		<title>Apontamento semanal &#124; 24 de Janeiro</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/01/25/apontamento-semanal-24-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamento semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62; Presidente da República na berlinda, ao ter afirmado que as suas reformas, quase não dão para as despesas pois, “como se sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República&#8221;. Tais declarações geraram protestos e agitação de norte a sul do país e fizeram já correr muita tinta, dando pano para mangas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Presidente da República na berlinda</span>,</strong> ao ter afirmado que <a href="http://aeiou.expresso.pt/pr-cavaco-diz-que-reforma-que-ira-receber-quase-de-certeza-nao-vai-chegar-para-despesas=f700589" target="_blank">as suas reformas, quase não dão para as despesas</a> pois, “como se sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República&#8221;. Tais declarações geraram protestos e agitação de norte a sul do país e fizeram já correr muita tinta, dando pano para mangas em matéria de comentários e debates.</p>
<p style="padding-left: 30px;">É claro que as suas afirmações são uma verdadeira alarvidade que configura uma falta de respeito grosseira para com a maioria das pessoas, nomeadamente os reformados, que vivem sabe Deus como. Mas estas palavras, contudo, não passam de mais um facto político – uma oferta de bandeja aos profissionais da agitação – que apenas desvia atenções do essencial e, em última análise é um não-caso: foram umas declarações que se esgotam em sim mesmas, sendo apenas mais uma das inúmeras barbaridades com que estes políticos nos brindam habitualmente.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O que é realmente grave é a mentalidade subjacente a estas declarações, reveladora de profunda insensibilidade e que deixa – mais uma vez – perceber-se as políticas antinacionais que esta gentinha tem vindo a praticar. Grave é, justamente, termos sido governados por este tipo de gente. Grave é o Professor Cavaco Silva ter sido um dos grandes responsáveis pelo desmantelar de todo o tecido produtivo nacional e do estado de coisas a que chegámos. Grave é, sob a sua alçada, ter emergido uma verdadeira cambada de ladrões sem vergonha que, entre outras coisas são os responsáveis pela fraude e desfalque do caso BPN. Tudo isso sim, é muito grave. As enormidades que diz, não passam afinal de episódios protagonizados por uma pessoa com este perfil e trajecto e que foi lá posta por muita gente… também culpada.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Governo é racista anti-português</span>.</strong> As <a href="http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;did=47521" target="_blank">alterações à Lei da Imigração são um objectivo deste Governo</a> que, entre outras coisas quer “melhorar as oportunidades ao nível do emprego e da habitação” para os imigrantes e, nos próximos anos, aperfeiçoar a legislação portuguesa “no que diz respeito ao acesso a direitos cívicos e políticos”, que alegadamente são determinantes para uma “melhor integração” dos imigrantes na sociedade. O Governo considera que a imigração é uma das alavancas para o país sair da crise não só pelo que representa em termos de equilíbrio da Segurança social mas também a nível demográfico, já que a crescente diminuição da taxa de natalidade no nosso país está a preocupar as autoridades.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Isto é mau demais para ser verdade. Mudar a Lei da Imigração? Obviamente que sim: estamos de acordo! Mas seria no sentido de conter a invasão e reverter os fluxos migratórios. Mais importante ainda, seria mudar-se a Lei da Nacionalidade, consagrando o <em>Jus Sanguinis</em> como critério.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mas o que o governo quer é que os imigrantes não regressem às suas terras de origem, como é vontade de muitos, desejando retê-los e fazendo tudo para isso. Ora o que é isto senão um atentado contra a Nação e a sua Identidade? O que é isto senão uma discriminação contra os portugueses?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Por um lado, como se não bastasse não protegerem os portugueses e não se preocuparem com a sua natalidade, nem com garantir-lhes de melhores condições de vida e fixá-los à terra, ainda enviam sucessivos recados que convidam à emigração; por outro lado, querem fazer tudo para impedir a saída de imigrantes. Isto é verdadeiramente revoltante e constitui uma escandalosa substituição demográfica! Cuidam dos imigrantes invasores e enxotam os portugueses da sua própria casa.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Estamos perante mais um Governo de autênticos traidores!</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Fusão Municipal voluntária?</span></strong> A <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=533363&amp;pn=1">proposta de lei que o Governo deve aprovar esta semana</a> em Conselho de Ministros vai prever uma majoração de 15% no dinheiro que o Orçamento do Estado transfere para as freguesias que se fundirem. Mas o incentivo estende-se às câmaras: ainda que a fusão de municípios vá ser apenas voluntária, o Executivo quer estender o aumento de verbas à agregação de câmaras municipais, numa tentativa de estimular esse cenário.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mas isto só pode ser para brincar… Este Governo é digno de Opereta!</p>
<p style="padding-left: 30px;">Para o PNR, a revisão do Mapa Administrativo do país é de extrema importância para o desenvolvimento, para um melhor serviço às populações e para o combate às assimetrias existentes. Desde as eleições intercalares de Lisboa, em 2007, que o PNR defende essa necessidade.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mas tal revisão e reestruturação tem que ser feita, obviamente com cuidado e rigor. Tem que se estudar bem os assuntos e envolver técnicos multidisciplinares que estudem os reais impactos de tais decisões. Urge pois, mudar, mas com pés e cabeça. O que estes senhores governantes continuam a fazer é brincar com o País. Devem achar que estão a jogar ao “Monopólio”… E, nessa fantasia toda, acreditam tais cabecinhas iluminadas que algum autarca vai abdicar do seu cargo para um outro por via de uma fusão? Siga a brincadeira…</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Protesto pela reabertura do Ramal da Pampilhosa.</span></strong> O protesto, convocado pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz, acabou por se cingir a uma <a href="http://www.cnoticias.net/?p=65828" target="_blank">concentração e alguns discursos dos manifestantes junto à autarquia local</a>.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O PNR tem-se envolvido nesta causa local e social, com toda a razão, e não deixará o assunto morrer. Vítor Ramalho, dirigente do PNR-Coimbra afirmou aos jornalistas que “as pessoas estão adormecidas, o povo desmobilizou muito mas nós não vamos desistir. Já conseguimos alguma coisa, colocámos isto na ordem do dia”. De lamentar é a ausência de autarcas da região no protesto, já que esta linha férrea é de extrema importância para as populações locais.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Segurança social com colapso à vista.</span></strong> Esta é a <a href="http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;did=45821" target="_blank">previsão de Carlos Pereira da Silva, Professor do ISEG</a> e “pai” do “livro branco da Segurança Social” dos anos 90. Diz que o sistema pode entrar em colapso se a taxa de desemprego continuar aos níveis actuais até sensivelmente 2020, com este desemprego ingerível a 12,5% ou 13%.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Também esta má notícia não constitui espanto algum para nós. Afinal, sempre alertámos para isto. Andaram anos sem fim a pagar rendimentos mínimos a imigrantes invasores e a toda a sorte de parasitas, subsídio-dependentes profissionais que nunca quiseram trabalhar; a pagar reformas milionárias a quem nunca, verdadeiramente, trabalhou; a pagar baixas fraudulentas por falta de fiscalização, etc. Assim, não há sistema que aguente, e quem sai prejudicado é sempre a pessoa honesta que trabalhou toda uma vida para depois não ter amparo na velhice.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Seja como for, neste momento, e para evitar o colapso, há que tomar medidas sérias, justas e corajosas, que, para nós, entre outras, passariam por (*):</p>
<p style="padding-left: 60px;">- Limitar a Pensão Máxima a 5 vezes o salário mínimo nacional.<br />
- Fixar a Pensão Mínima &#8211; 80% do salário mínimo nacional.<br />
- Fixar a Idade de Reforma nos &#8211; 65 anos (excepto casos de invalidez e profissões de desgaste rápido).<br />
- Os descontos para segurança social destinar-se-iam unicamente para efeitos de reforma e baixas médicas. Os trabalhadores que pretendessem ter uma salvaguarda para o caso de desemprego. deviam fazer um desconto suplementar para um fundo próprio, escolhendo entre a via do público ou um plano de protecção privado.<br />
- Cortar o RSI e outros apoios a toda uma legião de parasitas que nunca contribuiu para o bem comum.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">(*) Medidas parcialmente aprovadas na revisão em curso, do programa do PNR.</span></p>
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