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	<title>PNR - Partido Nacional Renovador</title>
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		<title>Situação explosiva na Europa dá razão ao PNR</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 21:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Identidade e Soberania]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Imigração]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Entrada]]></category>

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		<description><![CDATA[
Perante o bárbaro assassinato de que foi vítima um jovem militar, esta tarde em Londres, e na sequência dos outros tumultos provocados recentemente também por imigrantes muçulmanos e seus descendentes em Paris e Estocolmo, o Partido Nacional Renovador (PNR):
&#62; Salienta uma vez mais que a imigração descontrolada de não-europeus para a Europa, em lugar de dar razão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-6805 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="Motins em Estocolmo" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/772338.jpg" alt="Motins em Estocolmo" width="300" height="198" /></p>
<p style="text-align: justify;">Perante o bárbaro assassinato de que foi vítima um jovem militar, esta tarde em Londres, e na sequência dos outros tumultos provocados recentemente também por imigrantes muçulmanos e seus descendentes em Paris e Estocolmo, o Partido Nacional Renovador (PNR):</p>
<p style="padding-left: 30px;">&gt; Salienta uma vez mais que a imigração descontrolada de não-europeus para a Europa, em lugar de dar razão aos que defendem a utopia do multiculturalismo, tem vindo a criar verdadeiros barris de pólvora, privando os povos europeus do elementar direito de viverem em liberdade e segurança nos seus países.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&gt; Condena o comportamento cobarde e assassino destes grupos de bárbaros, que se comportam nos países que os acolheram como se fossem invasores.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&gt; Culpabiliza as políticas de imigração verdadeiramente suicidas defendidas pelos políticos e intelectuais do &#8220;politicamente correcto&#8221;, inclusivamente jornalistas, pelas proporções que este tipo de acontecimentos está a atingir em vários países da Europa.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&gt; Solidariza-se com aqueles que vêem a sua integridade física posta em causa por este pesadelo, nomeadamente com os polícias e os militares, mas sobretudo com os autóctones europeus que se vêem privados da liberdade nos seus próprios bairros, nomeadamente em Inglaterra, onde já existem casos em que a lei muçulmana (sharia) é imposta por grupos de imigrantes à revelia das leis locais.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&gt; Insta os portugueses conscientes a juntarem-se ao PNR, o único partido que, em Portugal, defende a rigidez no controlo da entrada de cidadãos estrangeiros e a expulsão daqueles que se dedicarem à prática de crimes.</p>
<p>Comissão Política Nacional | 22 de Maio de 2013</p>
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		<title>Mais uma vez na RTP</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 17:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
No passado Domingo, dia 19, lá estivemos novamente na RTP, neste protesto continuado contra a discriminação de tratamento de que somos alvo por parte da televisão pública que, em gritante contraste, dá voz semanal, em horário nobre, a um dos maiores responsáveis pela desgraça em que o país se encontra.
Já estamos habituados à passividade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-4-01.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-6799 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="2013 - RTP 4 01" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-4-01.jpg" alt="2013 - RTP 4 01" width="440" height="249" /></a></p>
<p>No passado Domingo, dia 19, lá estivemos novamente na RTP, neste protesto continuado contra a discriminação de tratamento de que somos alvo por parte da televisão pública que, em gritante contraste, dá voz semanal, em horário nobre, a um dos maiores responsáveis pela desgraça em que o país se encontra.</p>
<p>Já estamos habituados à passividade de tantos e tantos compatriotas que falam e reclamam muito mas que daí não passam, permitindo, com esse postura, a total impunidade desta gente que deveria ser caso de polícia e sentar-se no banco dos réus de um tribunal e não na tribuna da estação pública de televisão, em horário nobre, onde promovem a sua imagem jogando com o hipnotismo e falta de memória colectiva.</p>
<p>Mas como a nós não nos calam, nem apagam a memória, mais uma vez estivemos presentes na RTP, sem novidades assinaláveis nesta acção de resistência e continuidade e, mais uma vez, o Sr. Sócrates saiu do edifício sob um coro de apupos e “fugiu”, desta vez ainda dentro do imenso recinto da RTP, a alta velocidade, saindo por um terceiro portão de raríssima utilização.</p>
<p>Não lhe facilitaremos a vida! Parafraseando a expressão que o mesmo Sr. Sócrates utilizou na golpada feita sem referendo, nas costas dos Portugueses, de consumação do “Tratado de Lisboa”, também nós agora dizemos a esta sua dificuldade semanal: “porreiro pá!”</p>
<p>No próximo Domingo, há mais!</p>
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		<title>Co-adopção &#124; Retrocesso civilizacional</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2013/05/20/co-adopcao-retrocesso-civilizacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Lóbi Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado na passada sexta-feira no Parlamento, com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 202 dos 230 deputados, tendo vários abandonaram o hemiciclo antes do início da votação.
Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado na passada sexta-feira no Parlamento, com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 202 dos 230 deputados, tendo vários abandonaram o hemiciclo antes do início da votação.</p>
<p>Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria dos deputados do PS e 16 deputados do PSD. Abstiveram-se três deputados do PS, três do PSD e três do CDS. E votaram contra a maioria dos deputados do PSD e do CDS, assim como dois deputados do PS.</p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso afirmar que, para além de constituir mais um brutal retrocesso civilizacional, esta medida em nada, mas mesmo em nada, defende os superiores interesses da criança.</p>
<p>Para já, numa adopção, visa encontrar-se uma família “nas melhores condições possíveis, para dar [às crianças] uns pais substitutivos dos pais biológicos que perderam ou que são incapazes de exercer a paternidade e a maternidade”. No PNR, não “engolimos” a desculpa de que as crianças podem ser melhor tratadas por um casal homossexual do que por um casal heterossexual. Claro que podem, mas comprova-se estatisticamente que essas situações não constituem a regra geral.</p>
<p>Fazemos nossa a voz daqueles que consideram que é patente que toda a criança, na sua evolução para o estado adulto, necessita da complementaridade da masculinidade e feminilidade, que lhe dão, em primeiríssimo lugar, o pai e a mãe biológicos ou a família que os substitui.</p>
<p>Só um casal, constituído por uma mulher e um homem, tem a estrutura antropológica objectiva para a educação harmoniosa de uma criança.</p>
<p>É também preciso dizer sem medos e sem receios que, entre as parelhas homossexuais (nunca lhes chamaremos casais), a promiscuidade e violência e as separações são sobejamente superiores aos dos casais, colocando portanto as crianças num maior risco de traumas. São as estatísticas que o comprovam.</p>
<p>Sabíamos que estava na agenda da esquerda, do lóbi gay e da Nova Ordem Mundial mais este ataque a um pilar da nossa civilização que é a Família, e que esta abertura vai dar lugar dentro de algum tempo à aprovação plena da adopção. Começaram pelo “casamento homossexual”, agora vão para essa bizarria que é a co-adopção por “casais homossexuais”, dentro em breve quererão impor a adopção livre por parte de parelhas homossexuais, sempre à pala de uma esquerda cujo plano para nos impor o seu modelo de utopia passa pela destruição das Nações e da Família, mas que conta com o “beneplácito e conivência” de frouxos do PSD e do CDS, a quem foi concedida liberdade de voto. Aqueles que acham que o CDS (sem nunca o ter afirmado peremptoriamente) defende o valor da Família mostram, uma vez mais, que andam enganados. Mas só porque querem.</p>
<p>Prova-se mais uma vez que as diferenças entre esquerda e direita, entre liberais, ou lá o que lhe quiserem chamar, e comunistas ou esquerdalhos é cada vez menor, não se percebendo muitas vezes onde acaba a agenda de uns e começa a de outros. Já existem um pouco por todo o mundo organizações que defendem a pedofilia. Estará para breve o aparecimento de “estudos” que a “legitimem” e a consideram normal e que, em nome da liberdade de expressão, nos obriguem a aceitá-la? Essa mesma pedofilia à qual muitos desses esquerdalhos têm visto o seu nome ligado, tanto em Portugal como no estrangeiro? E o que virá depois? A legalização da necrofilia? Ou do canibalismo? Afinal de contas, para os defensores da libertinagem, tudo é relativo, todos os “desejos” do ser humano são “naturais”, logo todos os padrões morais que os limitem poderão muito bem começar a ser vistos como “conceitos retrógrados” e “coisas do passado”.</p>
<p>Está na altura de dizer basta: a Família, tal como a temos conhecido até aqui, é comprovadamente um dos principais pilares da sociedade em que vivemos, e as crianças precisam de ser protegidas e os seus interesses acautelados.</p>
<p>O PNR defende abertamente a Vida e a Família sem quaisquer rodeios, contrariamente aos partidos do sistema, adeptos da cultura da morte ou coniventes com a mesma e reféns de lóbis que querem destruir a nossa identidade e civilização.</p>
<p>Aos que querem de facto ver a sobrevivência destes valores, deixamos pois um apelo: abram os olhos e juntem-se a nós!</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><span style="color: #800000;">Leituras complementares:</span></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-revela-os-perigos-de-familias-gays/" target="_blank">http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-revela-os-perigos-de-familias-gays/</a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0049089X12000610" target="_blank">http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0049089X12000610</a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pedofilia-serzedelo-bertone-homossexualidade-igreja-tvi24pt/1154471-4071.html" target="_blank">http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pedofilia-serzedelo-bertone-homossexualidade-igreja-tvi24pt/1154471-4071.html</a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="http://cigpapers.wordpress.com/2013/04/29/report-pedophilia-more-common-among-gays/" target="_blank">http://cigpapers.wordpress.com/2013/04/29/report-pedophilia-more-common-among-gays/</a>)</p>
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		<title>10 de Junho de 2013</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2013/05/19/6791/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 22:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aproxima-se o 10 de Junho, Dia de Portugal, e novamente o PNR marcará presença na rua, sendo, como sempre, o único partido político a fazê-lo, o que não deixa de ser sintomático.
Nesta data festiva celebramos a Pátria, mas também a alternativa e a esperança nesta hora tão negra da nossa existência enquanto Nação.
Sabemos que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-10-de-Junho.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-6786 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="10 de Junho" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-10-de-Junho.jpg" alt="10 de Junho" width="500" height="416" /></a></p>
<p>Aproxima-se o 10 de Junho, Dia de Portugal, e novamente o PNR marcará presença na rua, sendo, como sempre, o único partido político a fazê-lo, o que não deixa de ser sintomático.</p>
<p>Nesta data festiva celebramos a Pátria, mas também a alternativa e a esperança nesta hora tão negra da nossa existência enquanto Nação.</p>
<p>Sabemos que a luta é dura e a situação extremamente adversa, mas sabemo-nos portadores de uma ideologia, de uma coragem e de uma força que não se extinguem. Transportamos a Chama da esperança e a mensagem da alternativa Nacionalista que se afirmará mais tarde ou mais cedo.</p>
<p>No próximo dia 10 de Junho, convocamos todos os Nacionalistas e Patriotas a marcarem presença na manifestação do PNR, considerando esse acto um imperativo em nome daquilo que defendemos e acreditamos.</p>
<p>Assim, contamos com a presença de todos, suas famílias e amigos, no<strong> dia 10 Junho às 16:30 horas, na Praça do príncipe Real</strong>, em Lisboa, para descermos até aos Restauradores.</p>
<p><strong>Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si. Não falte!</strong></p>
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		<title>Em queda livre</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2013/05/15/em-queda-livre/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 15:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Política]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O PIB baixou mais 3,9%! Outro &#8220;beneficio&#8221; de mais um governo que se governa muito bem, mas não sabe governar. A bola de neve não pára de crescer numa espiral negativa. Menos produção significa menos trabalho, menos trabalho significa menos poder de compra, e ambos significam mais empresas encerradas, mais dívidas, mais subsídios, menos impostos. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PIB baixou mais 3,9%! Outro &#8220;beneficio&#8221; de mais um governo que se governa muito bem, mas não sabe governar. A bola de neve não pára de crescer numa espiral negativa. Menos produção significa menos trabalho, menos trabalho significa menos poder de compra, e ambos significam mais empresas encerradas, mais dívidas, mais subsídios, menos impostos. No entanto, o governo PSD/CDS insiste na mentira, nas declarações contraditórias dos seus ministros (onde um diz que é preto e outro que é branco), para depois, em tons cinzentos, nos tentar convencer de que estavam a dizer a mesma coisa. Estão contra a TSU nas reformas, mas ela vai avançar, não vão despedir funcionários públicos, mas estão a tomar medidas para o fazer. O desnorte é tanto que até as poupanças que muitos amealharam no banco estão a ser alvo da cobiça deste governo. Tudo é feito para ajudar os culpados da crise, e são os assalariados e os pequenos e médios empresários que a estão pagar, uma vez que as grandes empresas já deslocalizaram as suas sedes para paraísos fiscais ou para zonas onde os impostos são mais baixos.</p>
<p>O país definha, mas as gorduras tardam em ser cortadas, com o Ministro Portas a escapar entre os pingos de chuva, o Ministro Gaspar a mandar no país, o Primeiro-Ministro Passos como mero porta-voz e um Presidente da República que não dá cavaco a ninguém, adormecido e colaborante com um dos piores governos que este país já conheceu, bem ao nível do anterior e dos piores da 1.ª Republica, de tão má memória.</p>
<p>A par disto, temos no Parlamento uma oposição que não apresenta soluções realistas e que muitas vezes, nas questões fracturantes, é a guarda pretoriana (uma espécie de KGB) do sistema, acompanhada por uma comunicação social que suporta toda a mentira e só tem olhos para quem não põe em causa o sistema. Quer uma quer a outra, são também pilares deste regime que nasceu torto e que jamais se endireitará.</p>
<p>Nesta altura do campeonato, só existem dois lados da barricada: o do sistema com os seus apoiantes incondicionais, mesmo com alguns críticos mas que o fazem em defesa da dama, e os nacionalistas empenhados em mostrar a diferença, com soluções para os problemas, mas a quem é negado o acesso as meios de comunicação, não vá o povo perceber de que lado está a razão e, depois, lá se acaba o tacho de quem prospera nesta imundície.</p>
<p>Cabe aos nacionalistas, herdeiros das tradições guerreiras dos nossos Antepassados, lutar por um Portugal Nacional e Social. Só nós somos a solução e, por mais que o sistema nos persiga e nos tente calar, não pára o nosso crescimento. Certos de que a vitória pode tardar mas será nossa, fazemos nossas as causas justas do nosso povo.</p>
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		<title>PNR levou a cabo o terceiro protesto contra a RTP</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 21:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pela terceira vez, o PNR esteve nas portas das instalações da RTP para protestar contra o boicote mediático por parte de televisão paga com os nossos impostos, mas ao serviço exclusivo do sistema e, simultaneamente, receber e despedir-se do comentador José Sócrates (em protesto contra o tempo de antena que lhe é dado e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-02.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-6764   aligncenter" style="vertical-align: top;" title="2013 - RTP 3 02" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-02.jpg" alt="2013 - RTP 3 02" width="440" height="264" /></a></p>
<p>Pela terceira vez, o PNR esteve nas portas das instalações da RTP para protestar contra o boicote mediático por parte de televisão paga com os nossos impostos, mas ao serviço exclusivo do sistema e, simultaneamente, receber e despedir-se do comentador José Sócrates (em protesto contra o tempo de antena que lhe é dado e que contrasta gritantemente com o silenciamento de que todas as nossas campanhas têm sido alvo).</p>
<p>Nada de novo a assinalar que mereça especial destaque: esta nossa acção é de envergadura, requerendo persistência e paciência.</p>
<p>Continuamos à espera que a administração da RTP responda à nossa carta e, sobretudo, continuamos à espera que tenham dignidade e cumpram com o seu objectivo estatutário.</p>
<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-04.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-6766" style="float: left; margin: 5px 10px;" title="2013 - RTP 3 04" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-04.jpg" alt="2013 - RTP 3 04" width="220" height="155" /></a>Esta terceira iniciativa contou com mais presenças de apoiantes, mantendo-se mais de uma dúzia de pessoas em cada porta, visto nunca se saber, no meio de manobras de diversão e de tanto policiamento, por onde entra ou sai o nosso “digníssimo” ex-Primeiro Ministro.</p>
<p>De assinalar que o reforço policial é cada vez maior, garantindo que tão ilustre figura não seja incomodada por quem se desinstala, dando corpo à sua indignação, numa atitude de sacrifício continuado e coerência, bem contrário ao desabafo empolgado de muitos que falam com “garra e coragem de respeito” mas não mexem uma palha para agir de facto.</p>
<p>Não deixa de ser curioso, também, o coro de protestos que se juntou ao nosso na hora da saída de José Sócrates, pela primeira vez, mas desta vez vindo dos prédios do outro lado da avenida.</p>
<p>A impunidade tem-se instalado em Portugal por culpa da passividade de quase todos, mas será bom que a RTP e Sócrates se habituem a que, pelo menos, todas as semanas terão que ter o cerco policial às instalações porque nós continuamos a marcar presença e convidamos a que as pessoas com coragem e generosidade nos acompanhem neste acto de simbolismo.</p>
<p>Quanto aos agentes da polícia, nada têm a temer: ao contrário da extrema-esquerda e dos &#8220;anónimos&#8221; cobardemente mascarados e encapuzados, aqui todos damos a cara e ninguém das nossas fileiras pretende agredi-los à pedrada.</p>
<p>No próximo Domingo, dia 19, lá estaremos novamente e faremos a entrega de uma segunda carta à RTP. Quem sabe se o próprio Sócrates não a levará em mão “por especial favor” já que o gabinete de relações públicas da televisão de “todos” os portugueses se recusa a recebê-la em mão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-05.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-6767 aligncenter" style="vertical-align: bottom;" title="2013 - RTP 3 05" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/2013-RTP-3-05.jpg" alt="2013 - RTP 3 05" width="440" height="272" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>[<a href="http://www.pnr.pt/2013/04/25/protesto-contra-a-vergonhosa-rtp-fotogaleria/" target="_blank">Ver fotogaleria</a>]</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Passos Coelho promove islamização da Europa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 22:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Identidade e Soberania]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Política]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Primeiro-Ministro português defendeu esta semana a aceleração do processo de adesão da Turquia à União Europeia, fazendo votos para que a visita do presidente do Conselho Europeu a Ancara desse novo impulso às negociações.
Ao lado do presidente turco, na residência oficial de S. Bento, Passos Coelho declarou: «Acreditamos de forma convicta, que a aceleração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Primeiro-Ministro português defendeu esta semana a aceleração do processo de adesão da Turquia à União Europeia, fazendo votos para que a visita do presidente do Conselho Europeu a Ancara desse novo impulso às negociações.</p>
<p>Ao lado do presidente turco, na residência oficial de S. Bento, Passos Coelho declarou: «Acreditamos de forma convicta, que a aceleração destas negociações traria uma boa notícia, não apenas para os cidadãos turcos, mas também para os cidadãos europeus».</p>
<p>Para o PNR, estas afirmações fantasiosas denotam um total alheamento da realidade e, sobretudo, uma tentativa de ludibriar os mais incautos acerca de uma adesão que teria consequências catastróficas para a Europa.</p>
<p>Ao longo dos séculos, a Turquia islâmica sempre foi uma nação com ambições expansionistas e  inimiga da Europa. Apenas 3% do seu território se situa no continente europeu, encontrando-se a restante parte na Ásia. A Turquia, com 99% de população muçulmana, nem sequer faz parte da cultura ocidental.</p>
<p>A liberdade de expressão é praticamente inexistente: o artigo 301.º do seu código penal introduziu a noção de «insulto à nação turca», visando condenar quem questionar o tema do genocídio arménio, perpetrado durante a 1.ª Guerra Mundial pelo exército otomano, ou a discriminação de minorias étnicas e religiosas, nomeadamente a cristã.</p>
<p>Ancara persiste em recusar o reconhecimento da pertença de Chipre à União Europeia, ilha cuja parte Norte ocupa, no seguimento de uma invasão militar.</p>
<p>Nas prisões turcas, o recurso à tortura faz parte do quotidiano. O país jamais ratificou a carta das Nações Unidas contra esta prática abominável.</p>
<p>A situação interna da Turquia é instável, sobretudo a partir da chegada ao poder dos islamitas do partido AKP em 2002. As crises governamentais sucedem-se, a par dos rumores de golpe de estado militar.</p>
<p>Por seu turno, multiplicam-se os ataques aéreos da aviação turca a países vizinhos que abrigam bases dos independentistas curdos.</p>
<p>Caso vingassem as pretensões mundialistas de a colocar na União Europeia, o peso demográfico da Turquia permitir-lhe-ia, por si só, dominar a Europa. Daqui a pouco mais de 20 anos, os estimados 100 milhões de turcos seriam considerados cidadãos europeus com pleno direito de voto, contariam com cerca de 90 eurodeputados e um dos maiores exércitos.</p>
<p>A liberdade de circulação na União Europeia provocaria uma emigração massiva de turcos rumo aos países membros mais prósperos e potenciaria o incremento do terrorismo islâmico em solo europeu.</p>
<p>Os ensejos de Passos Coelho em acolher a Turquia no seio da União Europeia contribuiriam para a islamização crescente do chamado Velho Continente, e constituiria uma porta de entrada para os milhões de Turcomenos oriundos das repúblicas da ex-URSS e da Ásia Central, que optariam pela nacionalidade turca, visando o tão almejado mercado de trabalho europeu.</p>
<p>Maior fornecedor de heroína para a Europa, a Turquia seria uma porta aberta ao tráfico de droga, a par da entrada de contrafacções e do tráfico humano.</p>
<p>Caso a Turquia fosse admitida na União Europeia, que argumentos poderiam ser invocados para recusar a admissão de outras nações não-europeias como Marrocos, Argélia, Cabo Verde, etc.?</p>
<p>Em suma, a Turquia não é um país europeu, do ponto de vista geográfico, civilizacional, cultural ou étnico.</p>
<p>Considerando que a  Europa deve manter-se fiel às suas raízes e identidade próprias, o Partido Nacional Renovador defende pois que cessem de imediato as negociações com vista à integração da Turquia muçulmana na União Europeia. Imperativos económicos promovidos por lóbis obscuros, jamais poderão justificar a aniquilação do nosso espaço civilizacional milenar.</p>
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		<title>“Lei das Sementes” &#124; PNR congratula-se com alterações impostas ao projecto da Comissão Europeia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 22:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo em conta os recuos de última hora efectuados pela Comissão Europeia na sua proposta para a chamada &#8220;Lei das Sementes&#8221;, recuos esses que são sem dúvida fruto da activa oposição à referida Lei por parte de inúmeros cidadãos e associações de toda a Europa, o Partido Nacional Renovador (PNR):
Congratula-se com os recuos que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo em conta os recuos de última hora efectuados pela Comissão Europeia na sua proposta para a chamada &#8220;Lei das Sementes&#8221;, recuos esses que são sem dúvida fruto da activa oposição à referida Lei por parte de inúmeros cidadãos e associações de toda a Europa, o Partido Nacional Renovador (PNR):</p>
<p style="padding-left: 30px;">Congratula-se com os recuos que a Comissão Europeia se viu obrigada a fazer, que abrem as portas à salvaguarda dos interesses dos pequenos agricultores;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Continua a considerar este tipo de legislação um completo absurdo, na medida em que, em nome de uma suposta segurança alimentar, impõe excessos de regulamentação e fecha as portas à inovação e à liberdade de escolha e de produção;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Saúda todas as organizações portuguesas e estrangeiras (nacionalistas ou não) que têm estado envolvidas no combate a mais esta tentativa de sovietização da União Europeia;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Alerta para a necessidade de se continuar a lutar contra a referida Lei, agora que o destino da mesma está nas mãos do Parlamento Europeu, para que os estragos provocados por mais esta tentativa de imposição ditatorial da Comissão Europeia possam, pelo menos, ser minimizados;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Lamenta o silêncio ensurdecedor, quanto a esta questão, de partidos autodenominados ecologistas e ambientalistas (caso dos Verdes, MPT e PAN), bem como do CDS-PP, que tanto gosta de se arvorar demagogicamente em defensor dos agricultores quando chegam os períodos de campanha eleitoral.</p>
<p>Comissão Política Nacional | 8 de Maio de 2013</p>
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		<title>Vítor Ramalho &#124; Candidato do PNR à Câmara de Aveiro</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 16:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vítor Manuel Duarte Ferreira Ramalho, residente em Cantanhede, tem 57 anos, é casado e pai de dois filhos.
Possui o Curso Geral do Comércio, o Curso Complementar de Contabilidade e Administração e frequentou a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, curso que não completou, optando antes por seguir a carreira militar. Ao longo de 7 anos, serviu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/Vítor-Ramalho.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-6753" style="float: left; margin: 5px 10px;" title="Vítor Ramalho" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2013/05/Vítor-Ramalho.jpg" alt="Vítor Ramalho" width="220" height="288" /></a>Vítor Manuel Duarte Ferreira Ramalho, residente em Cantanhede, tem 57 anos, é casado e pai de dois filhos.</p>
<p>Possui o Curso Geral do Comércio, o Curso Complementar de Contabilidade e Administração e frequentou a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, curso que não completou, optando antes por seguir a carreira militar. Ao longo de 7 anos, serviu a Pátria como Oficial Miliciano de Cavalaria, tendo tirado vários Cursos e sendo detentor de vários louvores e menções honrosas. Como o Quadro Especial de Oficias não chegou a ser aberto, teve de abandonar a carreia militar, optando então por trabalhar em empresas de segurança, nas quais exerceu cargos de direcção, formação e administração. Actualmente, divide a sua actividade profissional entre as funções de Consultor Sénior de Segurança e as de instrutor de Artes Marciais, sendo detentor de uma das mais altas graduações em Portugal, o que faz com que seja considerado uma referência, quer como praticante, quer como instrutor.</p>
<p>Iniciou a sua actividade politica no MIRN, do qual foi membro fundador e responsável pela Juventude no Distrito de Coimbra. Na altura, notabilizou-se por ser um combatente anti-PREC e um dos líderes do movimento que recuperou a tradição estudantil coimbrã e a praxe académica. Colabora com o PNR há 8 anos, tendo entrado para militante há cerca de 4. Neste momento, é membro da Comissão Politica Nacional e responsável pelo partido na zona Norte. A sua acção politica em defesa de causas regionais tem sido muito variada, destacando-se a luta contra a co-incineração (é membro do grupo Cidadãos Por Coimbra) e a luta pela modernização e reabertura de diversas linhas ferroviárias (fazendo parte do Movimento de Defesa do Ramal Ferroviário Pampilhosa/Figueira da Foz). Profundo conhecedor da realidade de Aveiro, cidade à qual se encontra ligado por razões profissionais e pessoais, e convicto de que esta é uma das cidades portuguesas que com mais urgência carecem de uma alternativa nacionalista nas próximas Eleições Autárquicas, o lema da sua campanha é &#8220;Defender Aveiro, Defender o Povo&#8221;.</p>
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		<title>Mais uma Troika de medidas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 13:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de o Tribunal Constitucional chumbar algumas medidas do Orçamento de Estado para 2013, os portugueses estavam expectantes quanto à volta que o governo iria dar. A volta foi de 360 graus, como de costume, isto é, mais do mesmo.
Continua a perseguição aos funcionários públicos herdada da era Sócrates, com mais apertos e despedimentos que recaem sobre os quadros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de o Tribunal Constitucional chumbar algumas medidas do Orçamento de Estado para 2013, os portugueses estavam expectantes quanto à volta que o governo iria dar. A volta foi de 360 graus, como de costume, isto é, mais do mesmo.</p>
<p>Continua a perseguição aos funcionários públicos herdada da era Sócrates, com mais apertos e despedimentos que recaem sobre os quadros mais baixos, não tocando nas mordomias de muitos administradores das mais diversas empresas estatais, muitas delas conseguidas com divisões de divisões só para encaixar os boys com cartão partidário. Por exemplo, a CP, que outrora não dava prejuízos nem encerrava linhas e ramais, foi dividida em cerca de 20 empresas que não param de dar prejuízo, apesar dos cortes e despedimentos.</p>
<p>Mas o governo PSD/CDS parece querer preparar-se para eleger como inimigo outro grupo de portugueses: os reformados. Evidentemente, estes reformados não os políticos do sistema que se reformam aos 40 anos e que continuam a exercer funções acumulando reformas com ordenados muitas vezes do Estado. O inimigo são os mais velhos, os que trabalharam e descontaram para agora poderem gozar uma velhice descansada e que ainda vão valendo a muitos filhos e netos que o sistema lança no desemprego. É vergonhoso que se gaste milhões com assessores e  consultadorias e que depois se penalize pensões acima dos 600 euros, uma fortuna na cabeça desmiolada dos nossos ministros.</p>
<p>Igualmente caricata é a medida de aumento da idade da reforma, que só vai trazer mais desemprego jovem e desemprego para os mais velhos, vítimas das últimas leis laborais e sem qualquer hipótese de voltar ao mundo do trabalho devido à idade. O desconhecimento do país real é de tal ordem que, ao querer passar a reforma para os 66 anos, quem nos desgoverna esqueceu-se ou por certo não sabia que a carta dos profissionais de transportes caduca aos 65 anos.</p>
<p>Mais uma vez, os cortes caem para o lado de quem realmente trabalha, e não se mexe na despesa. Lembramos que o buraco no orçamento de 2013 resultante da decisão do Tribunal Constitucional e que gerou esta onda de cortes e esta tempestade política é equivalente ao que foi pago a mais nas parcerias publico privadas em 2011. Mas, nessas, ninguém parece querer mexer!</p>
<p>É bom que também se desmistifique a mentira tantas vezes propagandeada de que sem estas medidas o país cairia na falência, não havendo dinheiro para pagar salários. Portugal produz ou pode produzir mais do que o suficiente para que esse cenário negro seja afastado. Não produzimos é para pagar uma dívida cheia de juros vampirescos. O BCE empresta aos bancos a juros de 0,5% e depois estes compram dívida publica portuguesa a 6% ou mais.</p>
<p>Sacrifícios sim, sabemos que são necessários e a conjuntura é difícil, mas não para encher os bolsos aos agiotas do capital financeiro apátrida a quem os nossos governantes prestam vassalagem.</p>
<p>Produção nacional sim, emprego para os trabalhadores portugueses sim, benefícios para os empresários portugueses sim, mas temos que colocar na ordem os Goldman Sachs do governo da Troika e do FMI. Portugal deverá sempre pagar as suas dividas, mas não encher os bolsos a agiotas, não devendo igualmente tolerar os feitores destes últimos: os Passos, os Portas, os Antónios Josés ou mesmo o resto do ramalhete, que acaba por fazer o jogo de destruição do País. Referimo-nos, obviamente, aos traidores da esquerda trauliteira e fracturante.</p>
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