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	<title>PNR - Partido Nacional Renovador</title>
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		<title>Do Presidente aos Nacionalistas &#124; Maio de 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 22:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagem do Presidente]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes somos confrontados com a ideia vaga, mais ou menos em voga, de “união”. Ora, não há nada mais postiço e enganador do que palavras proferidas sem qualquer base de sustentação ou realismo. A união, apenas como ideia, sem considerar os seus sujeitos, é totalmente abstracta. Mas afinal, união entre quem, o quê, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes somos confrontados com a ideia vaga, mais ou menos em voga, de “união”. Ora, não há nada mais postiço e enganador do que palavras proferidas sem qualquer base de sustentação ou realismo. A união, apenas como ideia, sem considerar os seus sujeitos, é totalmente abstracta. Mas afinal, união entre quem, o quê, e para quê?</p>
<p>Tal como a água e o azeite não se unem ou misturam, também não é possível unir realidades diferentes apenas por decreto… E, não sendo isso possível, não é, por maioria de razão, desejável, já que uniões forçadas, ao contrário de fortalecerem, fragilizam. E, ao contrário de consolidarem, fracturam. Acabam por formar monstruosidades contra natura. Basta para isso, pensarmos na imposição da “União” Europeia, que procurou unir aquilo que não é unível.</p>
<p>As verdadeiras uniões têm que assentar numa real comunhão de estilo, estética, ética e objectivos. Têm que comungar de um provir e devir partilhados. Têm que ser naturais e não artificiais. Uma Nação é o exemplo de uma verdadeira união naquilo que é essencial em si mesmo.</p>
<p>Não nos iludamos, por isso, com palavras bonitas, apregoadas para encantar os ingénuos ou incautos. Num combate político-ideológico, que se pretende de massas, é uma falácia inútil falar-se em união e procura-la no vazio da utopia.</p>
<p>O que pode e deve haver, isso sim, é a “unidade”. Esta é possível e desejável! União e unidade são, pois, conceitos diferentes, sendo que apenas este último é aplicável à luta política, já que comporta a ideia de heterogeneidade entre as diversas partes, mas que convergem naquilo que é prioritário e que configura os pontos firmes, comuns a todos os envolvidos.</p>
<p>São justamente esses pontos que constituem o mínimo denominador comum a uma luta que permite congregar diversas tendências, sensibilidades e vontades, num objectivo partilhado, aceite por todos como primordial.</p>
<p>Esta unidade &#8211; que deve ser procurada e acarinhada &#8211; apenas conhece alguns momentos de eficácia, e menos ainda de plenitude. São esses momentos que, em diversos graus e contextos, acabam por passar à História.</p>
<p>A unidade não se decreta, mas antes, conquista-se. Tem que ser trabalhada e exige muito esforço de afirmação e de cedência, de contributo e de tolerância. Há que saber abdicar de questões individuais em nome do objectivo colectivo.</p>
<p>Sem uma base de sustentação palpável e credível, sem um projecto e estrutura, sem autoridade e credibilidade, sem escolha e livre adesão, sem trabalho e compromisso, nunca se poderá falar em unidade. Esta é formada por quem se esforça e contribui e não por quem fala apenas e pouco faz para que ela realmente aconteça.</p>
<p>A unidade não é vaga nem alcançada por decreto, mas é antes o resultado concreto que o trabalho aturado e o capital de autoridade conquistam. Ela implica a aceitação de regras, o reconhecimento de uma hierarquia (de valores, estruturas e pessoas) o espírito de iniciativa e de contribuição para a luta.</p>
<p>Não podem fazer parte da unidade aqueles que não aceitam regras e conspiram, que não respeitam a hierarquia e intrigam. Por isso, nem todos servem a unidade, nem esta pode ser feita com todos. Se a unidade tem que emanar de uma livre escolha e opção, tem também ela que comportar a rejeição. A boa planta tem que rejeitar a erva daninha e a boa fruta tem que rejeitar as maçãs podres.</p>
<p>Só pode haver unidade real segundo a ordem natural das coisas: ela é construída em torno do tronco principal e não de qualquer ramo caduco. Ninguém pode ou deve ser obrigado à unidade, mas antes aderir livremente a ela, aceitando as regras e as obrigações, sendo responsável e agindo em conformidade. Mas quem a ela aderir, será obreiro de um combate e de um sonho que, graças a ele e a cada um que partilha do mesmo empreendimento, se pode vir a tornar em realidade e em vitória.</p>
<p>O Nacionalismo é a única e verdadeira alternativa ao monstro gigante do mundialismo que destrói Pátrias, Famílias e Identidades. E ele tem vindo a crescer e a afirmar-se um pouco por toda a Europa. Portugal não pode nem deve ser excepção!</p>
<p>O Nacionalismo tem em Portugal um partido político disposto ao combate por Portugal e pelos Portugueses, por um Estado Nacional e Social. Portugal precisa do PNR e do Nacionalismo, mas estes precisam da unidade e força em redor do seu projecto. Juntos, já fizemos muito. E muito longe chegaremos, se muitos mais se juntarem à nossa Causa, fortalecendo o nosso PNR!</p>
<p>José Pinto-Coelho | 15 de Maio de 2012</p>
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		<title>Apontamento semanal &#124; 14 de Maio de 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamento semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62; JUSTIÇA SOCIAL &#60;
&#62; Indigno! &#8220;O primeiro-ministro afirmou que «mantém» as afirmações sobre o desemprego poder ser uma oportunidade e acrescentou que Portugal «está cansado das crises artificiais» que querem «aproveitar qualquer coisa» para tentar criar «uma tensão enorme no país»&#8230;&#8221;
Além de sermos obrigados a pagar a incompetência e os constantes roubos por parte dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800000;"><strong><span style="font-size: small;">&gt; JUSTIÇA SOCIAL &lt;</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>&gt; Indigno!</strong></span> &#8220;O primeiro-ministro afirmou que «mantém» as afirmações sobre o <a href="http://www.tvi24.iol.pt/politica/desemprego-tvi24-passos-ultimas-noticias-polemica/1347856-4072.html" target="_blank">desemprego poder ser uma oportunidade</a> e acrescentou que Portugal «está cansado das crises artificiais» que querem «aproveitar qualquer coisa» para tentar criar «uma tensão enorme no país»&#8230;&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">Além de sermos obrigados a pagar a incompetência e os constantes roubos por parte dos sucessivos governantes e dos administradores públicos, ainda temos que ouvir este tipo de desaforos? O senhor Primeiro-Ministro esquece-se que não está a falar para os seus amigos que traficam influências e arranjam sempre um grande tacho qualquer. A “oportunidade” do flagelo do desemprego, como todos sabemos, por regra, é passar-se de cavalo para burro; angústias, apertos e desespero; sujeição a ofertas de emprego escravo; deslocalização, emigração…</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>&gt; Desemprego acelerado.</strong></span> Triplicou o número de concelhos com <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=48742" target="_blank">mais de 20% da população sem trabalho</a>. Existem agora 12 vilas e cidades neste patamar.</p>
<p style="padding-left: 30px;">A chaga do desemprego, que segundo as previsões, atingirá mais de 15% este ano, afecta de modo particular algumas zonas do país, onde, ultrapassa os 20%. Não é alheio a isto, o progressivo encerramento de actividade que, subjugado a uma lógica economicista, está a matar literalmente certas regiões do interior de Portugal.</p>
<p style="padding-left: 30px;">É inaceitável que a obstinação no pagamento da dívida externa – que não pára de crescer – destrua toda a actividade económica em Portugal. É inaceitável que a ditadura do Euro e do PEC provoque falências e desemprego. É uma verdadeira traição nacional que se prossiga este caminho, cujo fim todos percebemos que é o abismo, para se “remediar” décadas de esbanjamento irresponsável, gestão danosa e pilhagem da riqueza nacional.</p>
<p style="padding-left: 30px;">E será que os nossos iluminados governantes não percebem que o desemprego, além de representar miséria para as pessoas e atraso nacional, implica também mais encargos para o Estado?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>&gt; ERÁRIO PÚBLICO &lt;</strong></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>&gt; Mão largas para os outros.</strong></span> O Governo prevê gastar, em 2012, cerca de <a href="http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-defesa-nacional/mantenha-se-atualizado/20120509-seadn-ctm.aspx" target="_blank">6,1 milhões de euros nos programas de Cooperação Técnico-Militar com os países africanos lusófonos</a>, anunciou o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Paulo Braga Lino. Durante uma audição na Comissão Parlamentar de Defesa, Paulo Braga Lino destacou o «consenso» que existe sobre aos programas de CTM com aqueles países, apesar das «dificuldades orçamentais» que Portugal atravessa.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Numa altura em que o país passa uma grande crise económica, este governo esbanja milhões de euros a formar militares dos PALOP. Essa verba seria muito melhor empregue para reforçar, por exemplo, o apoio social e médico aos nossos ex-combatentes, pois muitos deles passam por situações dramáticas devido ao abandono a que estão sujeitos.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>&gt; Nem de propósito… </strong></span> Combustível caro trava submarino de 500 milhões. <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/combustivel-caro-trava-submarino-de-500-milhoes" target="_blank">Crise chega às Forças Armadas</a>. Apesar do orçamento apertado, o submarino ‘Tridente’ vai participar num exercício naval nos EUA.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Se as nossas Forças Armadas estão com fortes condicionamentos financeiros que as afectam a todos os níveis, nem sendo preciso falar da falta de meios para se modernizarem e reequiparem, ou da falta de meios para a simples logística mínima, então que sentido faz gastar-se dinheiro com os Palop?</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><span style="font-size: small;">&gt; JUSTIÇA &lt;</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">&gt; Os segredos das Secretas.</span></strong> Não terão sido apenas a Ongoing e Jorge Silva Carvalho a receber informação classificada produzida no Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), nomeadamente com dados económicos sobre países de África e da América Latina, tal como o PÚBLICO noticiou. Na denúncia anónima enviada em finais de Abril ao Ministério Público (MP), na qual eram descritas práticas ilícitas realizadas sobretudo pelas directorias dos Departamentos de África e Europa/América, <a href="http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/dirigentes-do-sied-terao-enviado-relatorios-para-a-galp-edp-bcp-e-pt-1545742" target="_blank">foram elencadas outras grandes empresas que receberam relatórios confidenciais</a>. Nomeadamente a Galp, a EDP, o Millennium BCP e a Portugal Telecom.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mais um escândalo nacional. Os serviços secretos portugueses são controlados por lojas maçónicas que, por sua vez, usam recursos do Estado para obterem informações para empresas privadas. E será natural alguém chegar a um cargo de extrema importância como é o de director do SIED, com 41 anos? Ou trata-se, mais uma vez, de nomeações politicas para os amigalhaços?</p>
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		<title>Vamos todos apoiar o PNR no dia 10 de Junho, Dia de Portugal!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O PNR sairá à rua novamente, no Dia de Portugal, 10 de Junho, sendo, como sempre, o único partido político a celebrar esta data.
Cada vez se torna mais urgente dar força ao único partido Nacionalista em Portugal, que, ao contrário dos demais, põe realmente Portugal e os Portugueses em primeiro lugar.
Não aceitamos que se continue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-10-de-Junho.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4755" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; float: right; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="2012 - 10 de Junho" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-10-de-Junho.jpg" alt="2012 - 10 de Junho" width="180" height="193" /></a>O PNR sairá à rua novamente, no Dia de Portugal, 10 de Junho, sendo, como sempre, o único partido político a celebrar esta data.</p>
<p>Cada vez se torna mais urgente dar força ao único partido Nacionalista em Portugal, que, ao contrário dos demais, põe realmente Portugal e os Portugueses em primeiro lugar.</p>
<p>Não aceitamos que se continue a desmantelar Portugal, como tem feito este regime de destruição nacional.</p>
<p>Não aceitamos que se ceda, mais e mais a nossa soberania, vendendo o país a retalho a interesses estrangeiros e fazendo dele um autêntico protectorado dos poderes mundialistas.</p>
<p>Não aceitamos que se faça dos Portugueses um povo de escravos miseráveis ou de emigrantes forçados.</p>
<p>No dia <strong><span style="color: #800000;">10 de Junho</span></strong>, contamos com a sua presença na nossa manifestação:</p>
<p style="padding-left: 30px;">- <span style="color: #800000;"><strong>Concentração no Saldanha, em Lisboa, às 16:00 horas</strong></span>;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- Desfile com <span style="color: #800000;">paragem junto à Maternidade Alfredo da Costa e junto ao SEF</span>;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- <span style="color: #800000;"><strong>Final no Marquês de Pombal</strong></span>, com discurso.</p>
<p>Portugal precisa de um PNR forte! Mas o PNR precisa do seu apoio efectivo.</p>
<p>Não falte!</p>
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		</item>
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		<title>Apontamento semanal &#124; 7 de Maio de 2012</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/05/08/apontamento-semanal-7-de-maio-de-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 14:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamento semanal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62; CORRUPÇÃO E IMORALIDADE &#60;
&#62; O crime morre solteiro. Fraude no BPN chegaria para pagar três anos de subsídios de férias e de Natal; Segundo o Diário de Notícias, «8,3 mil milhões de euros é quanto o BPN pode vir a custar aos contribuintes» e, citando Miguel Cadilhe, «Manto de silêncio cobria Oliveira e Costa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #993300;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #993300;">&gt; CORRUPÇÃO E IMORALIDADE &lt;</span></span></span></strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>&gt; O crime morre solteiro.</strong></span> Fraude no BPN <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=48070" target="_blank">chegaria para pagar três anos de subsídios de férias e de Natal</a>; Segundo o Diário de Notícias, «8,3 mil milhões de euros é quanto o BPN pode vir a custar aos contribuintes» e, citando Miguel Cadilhe, «Manto de silêncio cobria Oliveira e Costa, Dias Loureiro e Vítor Constâncio e suas hostes».</p>
<p style="padding-left: 30px;">Este é um caso – mais um – que serve de cartão-de-visita ao Regime que nos domina. Além de estarmos entregues a um bando de vigaristas que se têm governado à custa da pilhagem ao país, não deixa de ser notória a impunidade de todos esses que estão nos centros de decisão ou que gravitam em torno deles. Um escândalo!</p>
<p style="padding-left: 30px;">Se haveria argumentos hipoteticamente válidos para não deixar cair o banco, temendo-se o efeito dominó, a verdade é que, dadas as características e dimensão daquela instituição, tal perigo era bastante reduzido. A verdadeira razão para o Governo ter deitado a mão ao banco foi apenas a de salvar as fortunas roubadas pelos pulhas que ocupam lugares de relevo, ao mais alto nível…</p>
<p style="padding-left: 30px;">E depois, o buraco de mais de oito mil milhões de euros tem que ser pago pelos portugueses. Ou seja, somos duas vezes roubados neste caso.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>&gt; Temos o que merecemos.</strong></span> Vêm de longe as histórias que se contam sobre o modo intempestivo como Mário Soares destrata os agentes policiais. A última notícia célebre foi no passado dia 3 de Abril com a descasca que Soares deu aos polícias que mandaram parar o carro em que seguia na A8 a 199 quilómetros por hora. Feitas as contas, <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/policias-as-ordens-de-mario-soares010106810" target="_blank">Mário Soares tem ao seu serviço 14 elementos destacados</a>. É quase como se existisse uma esquadra ou um posto de polícia às ordens de sua excelência.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Como se pode admitir que essa pessoa viva acima da Lei e dos restantes compatriotas, com quem tanto se mostra “preocupado”? Como pode enxovalhar assim a polícia e ter 14 agentes ao seu serviço? Quanto não custa isto ao Estado em termos de despesa e aos cidadãos em termos de défice de polícias na rua?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Deveria ter sim, 14 agentes ao seu serviço, mas da guarda prisional – se fosse julgado e condenado pelos crimes de traição à Pátria. Enfim, parece que muita gente deste povo gosta de ser maltratada e, por isso, no fundo, tem o que merece.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong><span style="font-size: small;">&gt; IMIGRAÇÃO INVASORA &lt;</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>&gt; Devagar vão ao longe…</strong></span> O SIS vigia os fundamentalistas, que reagem de forma inflamada quando o assunto são os Estados Unidos da América ou a Palestina. A Mesquita Central de Lisboa é o maior local de culto islâmico do país, mas é apenas um dos espaços dedicados ao efeito na capital. <a href="http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=328506" target="_blank">Estima-se que existam cerca de 40 000 muçulmanos em Portugal</a>.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Mais um grave perigo que já se encontra dentro das nossas fronteiras, e que foi importado pelos nossos Governantes, que não sabem, nem querem saber, o que é a identidade e soberania dos povos. Só não vê quem não quer. A Europa está a ser vítima da invasão islâmica, por culpa própria. Portugal, como país periférico que é, sentirá os efeitos mais tarde. Mas sentirá! Parece que o pedaço de tecido que sobra da burca das mulheres muçulmanas, na zona dos olhos, tem servido para os tapar aos europeus… E aos portugueses!</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>&gt; Racismo anti-português, até entre os presos…</strong></span> Os presos estrangeiros podem vir a cumprir metade da pena, ou até menos, se for inferior a cinco anos de prisão. <a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2487447" target="_blank">A tutela fala em ressocialização. Mas a medida é vista como forma de esvaziar as prisões.</a></p>
<p style="padding-left: 30px;">Que a criminalidade, na sua quantidade, violência e organização está ligada à invasão imigrante, isso é uma evidência que só a cegueira politicamente correcta teima em negar. Que a maior parte dos presos são imigrantes ou descendentes destes, isso também é evidente. Mas até nisto o governo quer fazer uma discriminação “positiva”?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Que para os portugueses tudo são obrigações e sacrifícios enquanto que para os imigrantes extra-europeus tudo são direitos e benesses, também sabemos. É uma discriminação chocante, equivalente a um racismo anti-português, vindo de forma contra-natura da própria Mãe-Pátria. Mas estará correcto que, em relação aos que têm que pagar uma dívida social ou ser afastados temporariamente da sociedade para protecção desta, se vá aplicar uma discriminação? Quer dizer que um português, apenas por o ser, tem que sofrer mais pena que um estrangeiro? É inacreditável!</p>
<p style="padding-left: 30px;">Junta-se a mentalidade economicista com o preconceito do “imigrante-coitadinho” e dá nisto: é português cumpre a pena; é estrangeiro sai em liberdade… O cúmulo!</p>
<p><strong><span style="color: #993300;"><span style="font-size: small;">&gt; JUSTIÇA &lt;</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">&gt; Esfaquear um polícia? “Que mal tem”?</span></strong> Um <a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=2486056" target="_blank">agente da PSP de Braga foi esfaqueado</a>, na passada sexta-feira, na Rua de S. Domingos, na freguesia de S. Victor, situada no centro da cidade. A agressão ocorreu quando a PSP foi chamada ao local para acabar com os desacatos provocados por um indivíduo, de 41 anos, morador no Bairro das Enguardas. Chegada a patrulha da PSP ao local dos incidentes, o agente Rodrigues, com 35 anos, casado, com dois filhos, acercou-se do indivíduo e tentou retirar uma chave de fendas que ele tinha na mão, mas não se apercebeu que ele tinha escondida uma navalha. E foi com ela que esfaqueou o agente nas costas, pouco antes de ser detido. O agressor foi levado ao tribunal, que o mandou em liberdade. Fica obrigado ao termo de entidade e residência.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Se o esfaqueado tivesse sido o Juiz, a pena aplicada seria esta? Mas como foi um agente da polícia, que diariamente é enxovalhada e desautorizada, trata-se assim de uma coisita normal… Mas se o polícia tivesse esfaqueado, em legítima defesa, o criminoso, com a própria arma do agressor, por certo estaria agora com a vida desgraçada.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Este é o ponto de impunidade dos delinquentes a que chegámos: um paraíso para os criminosos e um inferno para os polícias.</p>
<p><strong><span style="color: #993300;"><span style="font-size: small;">&gt; LOBI GAY &lt;</span></span></strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>&gt; Haja coragem! </strong></span>Um conhecido activista russo foi condenado por <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=48538" target="_blank">espalhar «propaganda homossexual» entre menores</a>. É a primeira decisão do género na história recente da Rússia. O condenado vai recorrer. Nikolai Alexeyev foi brevemente detido no mês passado depois de ter colocado um cartaz na Câmara da cidade onde se lia: «A homossexualidade não é uma perversão».</p>
<p style="padding-left: 30px;">Felizmente, em certas paragens, o lóbi gay não tem a vida facilitada como por cá. Uma decisão muito acertada dos Russos que não aceitam que a perversão se “transforme” em normalidade.<br />
A medicina evolui constantemente para corrigir todas as deformidades e anormalidades do ser humano, mas uns quantos políticos, fazedores de opinião e elementos do lóbi gay querem-nos impingir as aberrações e torná-las socialmente aceites. Até ao dia que as queiram impor como obrigatórias…</p>
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		<title>Conferência sobre a Água &#124; 26 de Maio</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/05/06/conferencia-sobre-a-agua-26-de-maio/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 21:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos - Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Conferências]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em período de crise, há a tendência de olharmos para alguns bens que julgávamos garantidos e ilimitados, com uma abordagem mais cautelosa e racional.
Numa altura em que empresas e particulares tentam poupar e reduzir os seus custos de todas as formas que conseguem, o preço da água tem subido, em algumas zonas, de forma bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/Conferência-Água.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4744" style="float: right; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Conferência Água" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/Conferência-Água.jpg" alt="Conferência Água" width="250" height="357" /></a></p>
<p>Em período de crise, há a tendência de olharmos para alguns bens que julgávamos garantidos e ilimitados, com uma abordagem mais cautelosa e racional.</p>
<p>Numa altura em que empresas e particulares tentam poupar e reduzir os seus custos de todas as formas que conseguem, o preço da água tem subido, em algumas zonas, de forma bastante significativa, levando muitos a fazer uma racionalização que, há alguns anos atrás, não estava nos horizontes do mais pessimista.</p>
<p>Como é que tem sido a evolução da água ao longo dos tempos? Qual a razão para os sucessivos aumentos do preço de venda ao consumidor deste bem essencial? Estará este preço relacionado com os custos de exploração, ou com outros factores? Por que razão o preço não é uniforme em todo o território nacional, havendo disparidades absurdas em diferentes concelhos? Haverá de facto falta de água para o nível de consumo da nossa população? O que é que cada um de nós pode fazer para melhorar a situação?</p>
<p>Estas e outras questões serão analisadas nesta interessantíssima e oportuna conferência sobre este bem precioso.</p>
<p><strong>Dia 26 de Maio, pelas 15:30 horas, no Pavilhão Gimnodesportivo do Barro (Torres Vedras). Participe!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º de Maio de 2012 &#124; Fotogaleria</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 14:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O PNR celebrou o 1º de Maio de 2012 em Setúbal, com um desfile pela Av. Luísa Todi, sob insultos e pedradas por parte de grupos da extrema-esquerda que tentaram impedir os Nacionalistas de se manifestarem livremente.




&#62; Concentração na Praça do Bocage.































&#62; Desfile pela Av. Luísa Todi.























&#62; Anfiteatro onde se ouviram os discursos de João [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PNR celebrou o <a href="http://www.pnr.pt/2012/05/02/pnr-celebrou-1%C2%BA-de-maio-em-setubal/">1º de Maio de 2012 em Setúbal</a>, com um desfile pela Av. Luísa Todi, sob insultos e pedradas por parte de grupos da extrema-esquerda que tentaram impedir os Nacionalistas de se manifestarem livremente.</p>
<table style="width: 650px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img class="alignnone size-medium wp-image-4696" title="2012 - 1º Maio 01" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-01-300x178.jpg" alt="2012 - 1º Maio 01" width="400" height="237" /></td>
<td style="text-align: left;" valign="top">&gt; Concentração na Praça do Bocage.</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-04.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4699" title="2012 - 1º Maio 04" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-04.jpg" alt="2012 - 1º Maio 04" width="400" height="203" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-05.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4700" title="2012 - 1º Maio 05" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-05.jpg" alt="2012 - 1º Maio 05" width="400" height="175" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-07.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4702" title="2012 - 1º Maio 07" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-07.jpg" alt="2012 - 1º Maio 07" width="400" height="303" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-09.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4704" title="2012 - 1º Maio 09" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-09.jpg" alt="2012 - 1º Maio 09" width="400" height="224" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-12.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4707" title="2012 - 1º Maio 12" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-12.jpg" alt="2012 - 1º Maio 12" width="400" height="123" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-14.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4709" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-14.jpg" alt="" width="400" height="295" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-15.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4710" title="2012 - 1º Maio 15" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-15.jpg" alt="2012 - 1º Maio 15" width="400" height="242" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-17.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4712" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-17.jpg" alt="" width="400" height="162" /></a></td>
<td style="text-align: left;" valign="top">&gt; Desfile pela Av. Luísa Todi.</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-18.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4713" title="2012 - 1º Maio 18" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-18.jpg" alt="2012 - 1º Maio 18" width="400" height="218" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-20.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4715" title="2012 - 1º Maio 20" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-20.jpg" alt="2012 - 1º Maio 20" width="400" height="137" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-21.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4716" title="2012 - 1º Maio 21" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-21.jpg" alt="2012 - 1º Maio 21" width="400" height="230" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-23.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4718" title="2012 - 1º Maio 23" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-23.jpg" alt="2012 - 1º Maio 23" width="400" height="147" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-26.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4721" title="2012 - 1º Maio 26" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-26.jpg" alt="2012 - 1º Maio 26" width="400" height="225" /></a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-29.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4724" title="2012 - 1º Maio 29" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-29.jpg" alt="2012 - 1º Maio 29" width="400" height="133" /></a></td>
<td>&gt; Anfiteatro onde se ouviram os discursos de <a href="http://www.pnr.pt/2012/05/03/1%C2%BA-de-maio-de-2012-em-setubal-discurso-de-joao-patrocinio-3/">João Patrocínio</a> e de <a href="http://www.pnr.pt/2012/05/02/1%C2%BA-de-maio-de-2012-em-setubal-discurso-de-jose-pinto-coelho/">José Pinto-Coelho</a> e se encerrou o acto público.</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-31.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4726" title="2012 - 1º Maio 31" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-31.jpg" alt="2012 - 1º Maio 31" width="400" height="105" /></a></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>1º de Maio de 2012 em Setúbal &#124; Discurso de João Patrocínio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pinto-coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discursos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros Camaradas
Como Dirigente PNR do distrito de Setúbal, quero agradecer a todos os nacionalistas aqui presentes e também àqueles que pelas mais variadas razoes não puderam estar aqui hoje, mas que nos fizeram chegar o seu incentivo e apoio.
Tenho a satisfação de verificar que, afinal, Setúbal não é só um distrito vermelho como hoje podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Camaradas</p>
<p>Como Dirigente PNR do distrito de Setúbal, quero agradecer a todos os nacionalistas aqui presentes e também àqueles que pelas mais variadas razoes não puderam estar aqui hoje, mas que nos fizeram chegar o seu incentivo e apoio.</p>
<p>Tenho a satisfação de verificar que, afinal, Setúbal não é só um distrito vermelho como hoje podemos testemunhar… Setúbal também é Nacionalista!</p>
<p>A Margem Sul, não é um deserto como alguém afirmou um dia: tem pessoas que querem trabalhar e que são privadas desse direito devido às sucessivas politicas erradas, sejam elas capitalistas ou comunistas, e que têm vindo a destruir o tecido produtivo, como é exemplo disso o caso da indústria naval &#8211; quem pode esquecer a  LISNAVE/SETENAVE? &#8211; outrora uma empresa com dinamismo e criadora de emprego, e hoje somente nas mãos de sindicatos e partidos com interesses obscuros sobrevive a custa de trabalho temporário.</p>
<p>Somos assumidamente contra este sistema! Somos pelo trabalho, somos pelos trabalhadores: não pactuamos com subsidio-dependências! Somos pela defesa de quem trabalha: não pactuamos com a exploração do valor do trabalho!</p>
<p>Este sistema económico-financeiro capitalista não serve o nosso conceito de trabalho.</p>
<p>Como único partido nacionalista português, o PNR tem vindo a apresentar um nacionalismo renovador, com um objectivo de futuro: o de renovar o modo de pensar em Portugal, sem ficar agarrado ao passado mas nunca negando o nosso ADN…</p>
<p>Para finalizar, e sem qualquer tipo de dúvida, sei que Setúbal precisa do PNR, mas o Partido Nacional Renovador precisa de todos para continuar ainda com mais força a luta de defesa da identidade de uma nação soberana que tem vindo a ser  sucessivamente maltratada esquecida e usurpada…</p>
<p>Viva o Nacionalismo!<br />
Viva o Partido Nacional Renovador!<br />
Viva Portugal!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1º de Maio de 2012 em Setúbal &#124; Discurso de José Pinto-Coelho</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/05/02/1%c2%ba-de-maio-de-2012-em-setubal-discurso-de-jose-pinto-coelho/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>partido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discursos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugueses, Nacionalistas e Patriotas!
Muita gente se questiona porque é que o PNR comemora o 1º de Maio. Essa admiração, vem desde logo do próprio seio Nacionalista, sendo encarada com estranheza por muitas pessoas.
Importa pois esclarecer que não somos reféns de conceitos que porventura tivessem feito sentido há largas décadas atrás, mas que, já não fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portugueses, Nacionalistas e Patriotas!</p>
<p>Muita gente se questiona porque é que o PNR comemora o 1º de Maio. Essa admiração, vem desde logo do próprio seio Nacionalista, sendo encarada com estranheza por muitas pessoas.</p>
<p>Importa pois esclarecer que não somos reféns de conceitos que porventura tivessem feito sentido há largas décadas atrás, mas que, já não fazendo sentido hoje em dia, são assim puros preconceitos. O 1º de Maio, o trabalho, a justiça social, não são, nem têm que ser, bandeiras marxistas e esquerdistas.</p>
<p>O Nacionalismo, defendendo precisamente o primado da Nação e de tudo o que lhe diga respeito, defende, obviamente a questão do trabalho, da produção e da justiça social.</p>
<p>Contudo, a nossa postura face ao tema é afirmativa e positiva, e, por isso, totalmente distinta da postura marxista, que ainda não percebeu que já estamos no século XXI e já nem sequer faz sentido falar-se em trabalhadores, burgueses, proletários ou patrões. A sociedade mudou muito e todos esses conceitos estão diluídos, quando não invertidos.</p>
<p>Pior que esse anacronismo patológico é a insistência numa luta entre classes que já nem existem nesses moldes e que fazem dos patrões os maus e exploradores e dos ditos “trabalhadores”, os bons e explorados. Essa instigação, além de patética, apenas consegue fracturar a sociedade e fragilizar a produção e economia nacionais, comprometendo assim a sua independência.</p>
<p>Decididamente, não é essa a nossa postura, já que encaramos a Nação como um todo a ser promovido e fortalecido: em todas as suas vertentes; em todos os seus agentes!</p>
<p>Por isso, hoje não evocamos uma suposta classe ou categoria instigando-a à revolta. Pelo contrário, enaltecemos todos os agentes do trabalho e da produção nacional, já que todos são necessários e imprescindíveis. Todas as profissões e ofícios, da menos qualificada à mais especializada, fazem falta ao bem comum e ao progresso de Portugal.</p>
<p>São fundamentais os empregados e os empregadores! E não é justo que se divida cegamente na categoria de bons os primeiros e maus os segundos, pois todos sabemos que uns precisam de outros e que se encontram bons e maus nas duas categorias.</p>
<p>Nós só estabelecemos a divisão que faz sentido: entre os que produzem e contribuem para o bem comum e para o desenvolvimento nacional e os outros, os inimigos que estão apostados na destruição nacional.</p>
<p>Quem são os inimigos? Os parasitas e os servos do poder mundialista!</p>
<p>Os parasitas, constituem um imenso peso social e dividem-se entre os subsídio-dependentes e os que vivem de tachos, golpadas e negociatas. São ambos ladrões.</p>
<p>Os subsídio-dependentes, maioritariamente imigrantes invasores, vivem à conta de um Estado subsidiário que dessa forma “compra” a paz social, pagando-lhes RSI, casa, e todo o estilo de abonos e apoios, enquanto sufoca de encargos a população que trabalha e que vê suprimidos os seus direitos a cada dia. Não somos cegos, nem fanáticos, e sabemos que há imigrantes que trabalham, contribuem e estão integrados, como há também portugueses que enfermam do mesmo vício de parasitismo dos invasores. É para estes inúteis sociais que apontamos o dedo!</p>
<p>Depois há os outros parasitas, que fazendo carreira no regime da oligarquia dos 5 partidos do arco do poder e da maçonaria, se promovem e enriquecem por “magia”. São os que traficam influências, arranjam negociatas, vivem de tachos, auferem de vencimentos afrontosos e de pensões douradas. Roubam por toda a parte, com imoralidade ou ilegalidade e continuam impunes a falar de liberdade e de preocupações sociais…</p>
<p>Portugal, não é um país pobre nem inviável. Muito pelo contrário! Mas obviamente não aguenta ser roubado insistentemente por parasitas e desmantelado por governantes traidores que forçam os portugueses a emigrar e vendem o país a retalho, a privados e potências estrangeiras.</p>
<p>São estes mesmos responsáveis pela actual desgovernação que obedecem cegamente às imposições dos poderes mundialistas e se encarregam de aniquilar Portugal, os mesmos que persistem nos erros e injustiças, agravando gradualmente o cenário de sacrifícios a que estão sujeitos os portugueses que trabalham, pagam impostos e vêem o seu presente e futuro, negros. Estão-nos a exigir sacrifícios em vão e a transformar em escravos, sem qualquer objectivo.</p>
<p>Basta! O caminho, tem que ser outro! O caminho é o nosso!</p>
<p>- correr com os traidores, responsáveis pelo buraco a que chegámos;</p>
<p>- cortar toda a espécie de subsídios a parasitas e obrigá-los a contribuir para o bem comum com o trabalho;</p>
<p>- julgar os responsáveis por décadas de gestão danosa e pilhagem, condenando-os e obrigando-os a devolver tudo.</p>
<p>Sem estas medidas, os sacrifícios e injustiças não terão fim.</p>
<p>E é preciso reerguer a produção nacional. Gradualmente, mas com sentido de urgência, pois ela, e só ela, pode ser garante de uma economia crescente e de uma soberania digna.</p>
<p>Temos que apostar naquela que é uma das nossas maiores riquezas e está ao abandono: o Mar!</p>
<p>Temos que apostar nas energias, pois não faz sentido falar-se em produto nacional se desde logo importamos mais de 80% da energia que consumimos.</p>
<p>Temos que tabelar o preço dos combustíveis e acabar com o espírito de cartel das petrolíferas usurárias.</p>
<p>Temos que apostar na natalidade de portugueses, garantindo assim a vitalidade nacional.</p>
<p>Temos que apostar no combate à desertificação do interior e às assimetrias territoriais.</p>
<p>Só com esta revitalização da actividade produtiva, poderemos falar em economia sã e em soberania. E para isso, sabemos que são fundamentais todos os agentes envolvidos na produção nacional: empregados e empregadores; recursos naturais e energias; sectores estratégicos e centros de decisão; agricultura e pescas; indústria e serviços.</p>
<p>É isso que hoje celebramos: o Trabalho nacional, nas suas múltiplas expressões e que nos nossos dias se encontra cada vez mais ameaçado.</p>
<p>Por isso, esta celebração não pode estar dissociada de denúncia de todos os crimes de lesa-pátria que todos sentem, mas poucos estão dispostos a corrigir.</p>
<p>Nós, Nacionalistas, através do PNR lutamos e lutaremos sempre por estas causas.</p>
<p>Lutamos e lutaremos sempre pela alternativa Nacionalista que vai crescendo em vários pontos da Europa.</p>
<p>Lutamos por um Nacionalismo Renovador, actual, que defende intransigentemente um Estado Nacional e Social.</p>
<p>Pela produção nacional e pelo trabalho nacional!<br />
Viva o PNR, viva Portugal !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PNR celebrou 1º de Maio em Setúbal</title>
		<link>http://www.pnr.pt/2012/05/02/pnr-celebrou-1%c2%ba-de-maio-em-setubal/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 10:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>partido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrada]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
O PNR celebrou o 1º de Maio de 2012 em Setúbal, dando continuidade à descentralização dos actos públicos que tem levado a cabo.
Dessa forma, após já ter celebrado esta data nas Caldas da Rainha, Faro e Coimbra, foi a vez de Setúbal, tida por cidade “vermelha”, bastião comunista e anarquista. Mas setúbal é também uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4647 aligncenter" style="vertical-align: top;" title="setubal 1" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/setubal-1.jpg" alt="1º de Maio" width="420" height="149" /></p>
<p>O PNR celebrou o 1º de Maio de 2012 em Setúbal, dando continuidade à descentralização dos actos públicos que tem levado a cabo.</p>
<p>Dessa forma, após já ter celebrado esta data nas Caldas da Rainha, Faro e Coimbra, foi a vez de Setúbal, tida por cidade “vermelha”, bastião comunista e anarquista. Mas setúbal é também uma Terra Portuguesa, com gente boa, de trabalho e com sentimento patriótico.</p>
<p>O PNR não se deixa intimidar nem aceita que possa haver território “privado” e sectário, pelo que, com coragem e afirmação determinada, escolheu Setúbal para realizar a manifestação do “Dia do Trabalho Nacional”.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-4648" style="float: left; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="antifa" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/antifa-300x199.jpg" alt="antifa" width="200" height="133" />De lamentar que a gentalha de extrema-esquerda, comunista e anarquista, se julgue dona da rua, e embora classificados como “jovens descontentes” pela comunicação social, não passam de um bando de arruaceiros, selvagens e ordinários, de cara tapada, em estilo de terroristas, contrastando com a postura Nacionalista, de cara destapada e limpa, ordeiros e respeitadores da ordem pública e das forças de segurança.</p>
<p>Assim, ainda antes do início da manifestação do PNR, um grupo de cerca de trinta Nacionalistas, onde se incluía o Presidente, foi insultado e apedrejado à saída do restaurante em que se encontravam por um grupo de cerca de 200 elementos da extrema-esquerda.</p>
<p>Às 16:00 horas, várias dezenas de Nacionalistas concentraram-se na Praça do Bocage, onde foram proferidas algumas palavras de ordem e de circunstância, merecendo a melhor atenção e apoio explícito de vários populares que, não integrando a manifestação, demonstravam, no entanto o seu apoio.</p>
<p>Às 17:00 horas, realizou-se o desfile pela Av. Luísa Todi, acompanhado também ele por inúmeros populares, à margem da manifestação, mas que, seguindo na placa central da avenida, iam apoiando a nossa acção. Tal apoio esbateu-se, quando ao chegar o fim do desfile, no local onde se iriam proferir os discursos, o ambiente estava tenso, já que, à distância de 100 metros, os auto denominados “antifas”, os tais “campeões” da tolerância e da liberdade, não aceitavam que o PNR se pudesse manifestar.</p>
<p>Cabe aqui um elogio ao habitual trabalho da polícia &#8211; maltratada, desautorizada e enxovalhada pelo sistema, mas merecedora do nosso respeito e total apoio &#8211; que impediu que houvesse qualquer tipo de confronto.</p>
<p>Por fim, perante aqueles que integraram a manifestação e sob os imparáveis apupos da “tolerância” da extrema-esquerda, usaram da palavra o <a href="http://www.pnr.pt/2012/05/03/1%C2%BA-de-maio-de-2012-em-setubal-discurso-de-joao-patrocinio/">dirigente do PNR e ex-cabeça de lista pelo distrito de Setúbal, João Patrocínio</a> e <a href="http://www.pnr.pt/2012/05/02/1%C2%BA-de-maio-de-2012-em-setubal-discurso-de-jose-pinto-coelho/">seguidamente o Presidente do partido, José Pinto-Coelho</a>.</p>
<p>Cantou-se o Hino nacional e desmobilizou-se em ambiente tenso sob permanente ameaça daqueles que se julgam donos e senhores de Setúbal.</p>
<p>Foi mais um dia de activismo, coroado de sucesso, que permite fazer chegar o PNR, gradualmente, ao conhecimento dos Portugueses em várias regiões.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4646 aligncenter" style="vertical-align: text-bottom;" title="2012 - 1º Maio 02" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/05/2012-1º-Maio-02.jpg" alt="2012 - 1º Maio 02" width="420" height="180" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.pnr.pt/2012/05/06/1%C2%BA-de-maio-de-2012-fotogaleria/">[Veja a fotogaleria]</a></strong></p>
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		<title>1º de Maio &#124; Todos a Setúbal, para apoiar o PNR!</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 12:58:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O PNR celebrará, no 1º de Maio, o “Dia do Trabalho Nacional”  – bem tão escasso nestes tempos – e com ele a justiça social, já que são prioridades nacionalistas.
Assim, pelas 16:00 horas, em SETÚBAL, com concentração na Praça do Bocage, em frente à Câmara Municipal, realiza-se um desfile comemorativo do “Dia do Trabalho Nacional”, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/04/2012-1º-maio.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-4592" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; float: left;" title="2012 - 1º maio" src="http://www.pnr.pt/wp-content/uploads/2012/04/2012-1º-maio.jpg" alt="PNR - 1º de Maio de 2012" width="180" height="193" /></a>O PNR celebrará, no 1º de Maio, o “Dia do Trabalho Nacional”  – bem tão escasso nestes tempos – e com ele a justiça social, já que são prioridades nacionalistas.</p>
<p>Assim, pelas<span style="color: #800000;"> </span><strong><span style="color: #800000;">16:00 horas</span>, em <span style="color: #800000;">SETÚBAL</span></strong>, com <strong><span style="color: #800000;">concentração na Praça do Bocage, em frente à Câmara Municipal</span></strong>, realiza-se um <span style="color: #800000;">desfile comemorativo do “Dia do Trabalho Nacional”, pela Av. Luísa Todi</span>, terminando com breves palavras alusivas à celebração por parte do dirigente do PNR-Setúbal e do Presidente do PNR.</p>
<p>Contamos com a presença de todos aqueles que, repudiando as políticas de destruição nacional que se têm vindo a praticar, esperam na solução Nacionalista para Portugal e desejam ver um PNR mais forte.</p>
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