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Valores e Fundamentos

Chama PNR

O PNR segue uma política coerente de promoção dos valores ocidentais: defesa da vida, da família, da propriedade privada, da liberdade de criar, da solidariedade social, de uma comunidade entendida como tendo um valor em si.

O PNR fundamenta-se em valores que entende basilares e essenciais que são eles os da: Nação e Identidade, Família, Trabalho, Independência Nacional e Património Histórico-Cultural.

Acreditamos que existe uma crise geral instalada do próprio sistema e de valores e que, a alternativa passa por nos afirmarmos de novo e firmemente como uma Nação autónoma, soberana e como parte integrante da Europa. A Nacionalidade não pode estar à venda nem sujeita a meras reformas sociais ou económicas.

O PNR coloca sempre acima de tudo um sentimento de comunidade como projecto colectivo defendido pela Nação, sendo o único partido que pode realmente apresentar-se como uma Esperança e Alternativa no meio deste marasmo que está a dar cabo de Portugal e a asfixiar os portugueses. É também uma plataforma de entendimento entre as diversas tendências Nacionais que se juntam sob um mesmo projecto que visa sobreviver ao estado actual de calamidade e à destruição da nossa Identidade e sobrevivência enquanto Nação e Povo. O PNR pretende, assim, num esforço de abrangência, representar todos esses Portugueses, assim como pretende representar todos os Nacionalistas, das várias tendências e sensibilidades. O PNR perfilha o nacionalismo, entendido como uma ética para a qual cada nação, enquanto tal, constitui um valor supremo. O nacionalismo que propomos é tudo o que há de menos tacanho, estreito ou conservador. As considerações que fazemos nada têm de “saudosismo” nem representam qualquer espécie de nostalgia.

Somos europeus e partilhamos com os demais povos da Europa os mesmos laços de sangue, de cultura, de civilização e a mesma matriz. A Europa de que necessitamos está longe de ser a de Bruxelas e de Estrasburgo. Defendemos a cooperação em vez da integração, defendemos uma Europa centrada na sua própria identidade, mas respeitando as identidades específicas de cada Nação, pelo que preconizamos não uma União Europeia de cariz político, mas uma unidade, de facto, baseada em vantagens recíprocas que se alcançam através dos mais variados acordos entre estados. Entre outras coisas, não aceitamos que os poderes de intervenção dos Estados nacionais sejam paulatinamente transferidos para as mãos de burocratas anónimos, ao serviço de outros interesses alheios. A Administração política tem que ser efectivamente independente dos interesses e dos lóbis e tem que ter meios e condições específicas para resistir às tentativas de subversão das suas funções

O PNR opõe-se aos partidos que participam no governo e a todas as forças políticas, ‘mais à esquerda’ ou ‘mais à direita’ que, no seu conjunto, formam a «situação» actual e que, apesar das suas diferenças ou mesmo das suas rivalidades, apoiam a continuação do sistema partidário ainda dominante, quer pelas suas ideias, quer pelos seus homens ou pelas suas organizações e clientelas partidárias. Podemos dizer que o PNR é organicista, na medida em que dá prioridade à comunidade histórica concreta sobre o indivíduo, embora respeite a individualidade de cada um, em matérias como as crenças religiosas, por nos parecerem intocáveis pela política e pelo Estado.

A desvalorização total daquilo que é nosso e nos identifica, face ao que vem de fora e nos descaracteriza, é vergonhosa. É de tal modo grave que, aos poucos, nos torna a nós próprios, os verdadeiramente estranhos no nosso Pais e na nossa Civilização Europeia. Esta situação não é só derivada da imigração descontrolada, mas também, da atitude imposta e generalizada em todas as áreas que desvaloriza a nossa cultura, produção e direito para dar valor ao estrangeiro em geral, criando situações inconcebíveis de preferência de opções sociais a estrangeiros, de valorização artística e cultural externa criando uma amálgama tal que nada já é nada e tudo é permitido desde que as directrizes sejam as da multi-culturalização e de um vazio total de conteúdo tradicional e nacional.Com sinal contrário a esta ordem estabelecida, defendemos vigorosamente a preservação e valorização da nossa unidade étnico-cultural.

Chama PNR  1 | Nação e Identidade

O PNR perfilha o nacionalismo, entendido como uma ética para a qual cada nação, enquanto nação, constitui um valor supremo. O nacionalismo é a atitude dos que colocam acima de tudo a nação como obra colectiva permanente, formada no decorrer da História, a terra patrum, um génio colectivo que resulta de um longo passado em comum que importa respeitar e continuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas hereditariamente.

Acreditamos piamente que o amor ao talhão natal constitui em si um factor de progresso. Mais: acreditamos que, nesta hora de crise financeira e de valores, face a um sistema corrupto, a única alternativa em aberto consiste em nos fundarmos de novo como nação soberana e independente. Trata-se de recomeçar tudo, em segunda edição revista e melhorada: responder à ‘afundação’ da nacionalidade mediante a refundação da mesma. O nacionalismo que propomos a destino é tudo o que há de menos tacanho, estreito ou conservador.

Defesa da Identidade

Defender e valorizar o passado comum que interessa preservar e perpetuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas entre si hereditariamente, é a prioridade na defesa da identidade. A consagração do jus sanguinis como critério único para atribuição da nacionalidade é, por isso uma consequência lógica de tais princípios. O objectivo é a luta contra a decadência em nome de valores fortes enraizados privilegiando a coragem e determinação do indivíduo integrado na comunidade. Valores estes, que nasceram na história mas que são imortais. Na total decadência do mundo em que vivemos temos que criar uma tensão extrema, liderando uma batalha contra a decadência que afecta a civilização europeia, ilustrando uma nova e possível alternativa para a sua preservação. A conservação do Património a todos os níveis é essencial para salvaguardar e manter esta especificidade e características que sustentam a nossa identidade como povo e fazem de nós quem somos.

Chama PNR  2 | Família

Para o PNR a Família é a célula básica da comunidade, o espaço natural de aprendizagem dos valores e tradições. Consideramos que é dever do Estado salvaguardar os direitos da Família, entendida esta em sentido tradicional como a união de um homem e uma mulher com vista a assegurar descendência (o pai, a mãe e os filhos). No mundo inteiro, do Ocidente ao Oriente, não foi ainda encontrada outra fórmula que mostrasse ser capaz de funcionar como célula básica da comunidade, perpetuar a espécie e assegurar a educação dos filhos.

Apoio à Família

O que se verifica actualmente em Portugal é a penalização da família fundada no casamento. Só porque um homem e uma mulher se casam são logo fiscamente penalizados e quantos mais filhos tiverem mais penalizados são. Por outro lado, o Estado concede ao casal vantagens fiscais caso se divorcie ou, no mínimo, se separe. Ora, o PNR entende que Portugal precisa de uma política coerente de Família, tanto que é hoje um dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente.

Fortalecimento de factores e elementos característicos da comunidade portuguesa num sentido étnico e bio-histórico relacionando comunidade.
A Família é uma instituição milenar, que provou ao longo da História ser o principal meio de inserção de cada jovem ser humano na sua comunidade. E entendemos a Família como uma unidade indivisível formada por espiritualidade, politica, cultura, de sangue e de terra como organismos vivos desta comunidade.
Uma visão positiva da vida e valorização da família, sempre que possível com a presença natural de um elemento feminino e masculino, seio fundamental para uma educação e crescimento saudável das crianças.

Deve por isso ser protegida a todo o custo. Além disso, o nosso país só terá futuro através de um povo homogéneo, jovem e numeroso. Para o PNR a Família é a célula básica da comunidade, fonte de vida o espaço natural de aprendizagem dos valores e tradições. A Família está no centro de todos os ataques dos sucessivos governos e dos  lóbis capitalistas. Ao destruírem os valores de pertença do homem a uma família e a uma comunidade, trocando-as pelo individualismo, os mundialistas (quer os da vertente marxista, quer os da vertente liberal-capitalista) poderão mais facilmente desenraizar culturalmente os cidadãos e globalizar o mundo.

Chama PNR  3|Trabalho

O PNR acredita e estimula o valor do Trabalho como meio de produção de riqueza. Não distingue entre empresários e trabalhadores: todos são necessários para a produção de riqueza, assim como para o aumento da produtividade nacional.
É essa a razão pela qual o partido se empenha em celebrar todos os anos o 1.º de Maio como Dia do Trabalho Nacional. Nessa hora, não há que distinguir entre empresários e trabalhadores.

Trabalho Nacional

O PNR acredita e estimula o valor do Trabalho Nacional como meio de produção de riqueza. Não distingue entre patrões e trabalhadores, pois todos são necessários para a produção de riqueza, assim como para o aumento da produtividade nacional. Aperfeiçoamento do sistema sindical, enquanto instrumento de defesa e afirmação dos empregados, mas também como instrumento de uso responsável e equilibrado e que contribua para a estabilidade laboral e a paz social.

Chama PNR  4 | Independência  e Soberania Nacional

O nacionalismo é o primado da nação. Ora, a ideia do primado da nação postula, antes de mais, a subsistência da nação, a defesa intransigente da soberania e independência da nação, e depois um esforço continuado para a fazer prosperar e engrandecer.

São várias as ameaças à Independência Nacional.

Por um lado, o eurofederalismo: a Europa de que fazemos parte e à qual sempre pertencemos não é a construção supra-nacional de Bruxelas. Por outro lado, as vozes cada vez mais numerosas que entendem como “irremediável” e “irreversível” a integração na Espanha, isto é, o fim de Portugal como nação livre e independente — tese que recebe o apoio explícito ou a conivência de boa parte do pessoal político do regime.

O nacionalismo é o primado da nação. Ora, a ideia do primado da nação postula, antes de mais, a subsistência da nação, a defesa intransigente da soberania e independência da nação, e depois um esforço continuado para a fazer prosperar e engrandecer.  São várias as ameaças à Independência Nacional.

A ameaça do eurofederalismo

A Europa de que fazemos parte e à qual sempre pertencemos não é a construção supra-nacional de Bruxelas. Por outro lado, as vozes cada vez mais numerosas que entendem como “irremediável” e “irreversível” a integração na Espanha, isto é, o fim de Portugal como Nação livre e independente — tese que recebe o apoio explícito ou a conivência de boa parte do pessoal político do regime. Por isso, somos contra a entrada da Turquia na U.E. (“Turquia Não”) como estado tampão que demonstra um comportamento politico que pouco coincide com os interesses da Europa e que aboliu a fiscalização da entrada de pessoas de outros países fora da Europa.

Luta contra o actual Estado e Regime

Portugal é dirigido por uma classe política inepta, incapaz, corrupta, que actua solidária ou aparentemente dividida, para melhor iludir os cidadãos que coloca em causa a nossa independência e sobrevivência como nação. O resultado das suas malfeitorias é uma Nação doente, sem projectos nem objectivos. Somos governados pela pior classe de trafulhas que nos calhou em sorte desde a I República onde a corrupção cresce sem que haja condenados.

Os deveres especiais do Estado, garantia da Segurança, da Justiça, e das condições de concórdia interna, têm que ser escrupulosamente cumpridos, de forma visível e eficaz, limitando os abusos por parte de particulares ou estranhos, de modo a defender os portugueses e realizar o interesse nacional. Tal não se tem verificado e os tribunais, quando se trata de «poderosos», não conseguem sequer deduzir uma acusação, quanto mais condenação. Evitar dividas externas resultantes dos constantes subsídios mal aplicados que só servem projectos pessoais de quem compõe o governo ou dos seus amigos e familiares é vergonhosa face a realidade e pobreza de famílias simples que perdem casas enquanto bancos pelas suas incompetências e corrupção são injectados com milhões de euros.

O actual Regime da III República está consagrado numa Constituição que, no essencial, é aquela que foi aprovada em 1976, altamente ideológica e mais preocupada em albergar todas as ideologias de esquerda do pós-25 de Abril, do que no futuro de Portugal e dos portugueses.

Imigração

A existência da nação e preservação da nossa identidade depende da sua defesa externa mas também de um controle e interno.  A nação é composta por uma comunidade de pessoas com uma mesma herança étnico-historica. O sentindo de comunidade uniforme e una apoia-se apenas numa etnia característica do povo português em que existe de Norte a Sul de Portugal de forma homogénea a partir do século XVII. Esta Portugalidade é em tempos pontuais acrescentada através de algumas fixações de indivíduos mas jamais poderá ser uma prática comum ou sujeitar o país a uma invasão ou imigração desregrada e descontrolada como assistimos actualmente. São várias as ameaças à soberania Nacional.

Situações lamentáveis derivadas da irresponsabilidade do governo que ‘oferece’ e ‘vende’ a nacionalidade por um qualquer ‘suor’, protege a criminalidade resultante de falta de valores e comodismos não se preocupando com a introdução de indivíduos estranhos que em nada respeitam Portugal ou a nossa cultura.

É urgente nas grandes cidades denunciar a criminalidade crescente associada a zonas de concentração de elevado número de imigrantes ilegais, assim como, a  implantação de zonas francas étnicas. Uma investigação séria e com verdadeira punição e controle dos promotores patronais da imigração. Denunciar a chantagem patronal sobre o trabalhador português, através da concorrência desleal da mão-de-obra estrangeira. Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.

Chama PNR  5| Património Histórico e Cultural

É valor do PNR a defesa do património histórico e cultural português. Este ponto assume especial importância numa época em que, ao lado dos estádios milionários e outras construções faraónicas, o país exibe um conjunto de monumentos históricos a cair aos pedaços.

Cultura integral

Os nacionalistas conferem à cultura uma importância decisiva, tanto que entendem que qualquer movimento político-social é sempre precedido por um movimento cultural. Todavia, o PNR defende que não cabe ao Estado instituir uma “cultura oficial”, nem patrocinar autores e programas, mais ou menos afinados pela cor dos partidos dominantes.

O papel do Estado nesta área deve ser o da conservação da nossa memória ancestral em novas e actuais formas de vivências, do património histórico e cultural, assim como, o da defesa e divulgação de Portugal no Mundo. A Cultura deverá ser entendida duma forma integral, ou seja, vivida diariamente o máximo possível em todas as acções. Uma coordenação de uma ideia orgânica integrando-a, não como um exercício intelectual individual, mas como expressão de uma comunidade articulada. Uma visão do mundo numa conduta exemplar fazendo coincidir as palavras com o modo de ser de quem as pronuncia incorporando-a em todas as outras áreas e não de forma isolado ao serviço de interesses alheios.

No momento actual, em que a sabedoria e sua promulgação – a cultura – adquire formas diferentes, corremos o risco ao abordarmos este tema de sermos mal interpretados. Como tal, esta interpretação da ‘cultura’ actual é errada, concebida de um vista falso material e tendencioso, origina a necessidade de uma nova e suprema justiça interpretativa: após uma análise até agora horizontal ao serviço de alguns, chegar a uma síntese vertical, de modo a voltar às fontes originais do Espírito europeu que têm sido perdidas. Fazer chegar esta mensagem positiva de mudança e negação total ao estado actual das coisas que implica obrigatoriamente uma forte divulgação da Cultura de forma integral, um novo pensar, que não é uma continuação do passado mas que vai beber nele os seus valores mais puros para a construção e desenvolvimento de possíveis novas soluções.