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Reportagem da TVI sobre imigração, racismo e discriminação Imprimir
17-Nov-2008

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A TVI transmitiu ontem uma reportagem da autoria da jornalista Elisabete Barata com o título "Português Suave". O programa tinha como tema a imigração e começou com uma associação entre esta e a criminalidade. Excertos de aberturas de telejornal, imagens de bairros de imigrantes, e tiroteio da Quinta da Fonte. Nada de novo, portanto. Entretanto alguns minutos, poucos, para falar em nacionalistas. Falou em, e com, Mário Machado e recordou o recente processo de Monsanto, em que houve condenados por escrever, aproveitando para meter pelo meio uns gritos e ambulâncias. Adequado para os objectivos da reportagem, menos de informação e mais de desinformação, ou formação politicamente (in)correcta.

Um pequeno exemplo: Elisabete Barata entrevistou José Pinto-Coelho, presidente do PNR, no Martim Moniz em Lisboa. A meio da entrevista, um bando de imigrantes começou a proferir ameaças, atirando pedras e garrafas de cerveja. Entrevistado, jornalista, e repórter de imagem tiveram de abandonar o local apressadamente. Quando o repórter solicitou a ajuda de um carro da PSP que por ali passava recebeu como resposta que «não tinham tempo». Ficou tudo registado na fita da TVI, mas não houve coragem de o mostrar. Era necessário proteger a imagem do imigrante, discriminado, perseguido. E o episódio deu-se precisamente junto à Freguesia do Socorro, em que os imigrantes são cerca de 90% dos residentes, uma realidade que a reportagem também não mencionou. Assim se vai branqueando a tal realidade, cada vez mais difícil para muitos portugueses que têm de viver no dia-a-dia sentindo todos os «benefícios» que a reportagem, e outros entrevistados, tentaram transmitir ao longo de quase meia-hora. Talvez por isso nos nossos canais de televisão nunca tenha havido um único debate em directo, sobre este tema, com um representante não politicamente correcto ou sem os «comissários» do costume. E por falar em «comissários», Rosário Farmhouse do ACIDI, também entrevistada, tratou os imigrantes como mercadoria dizendo que «dão lucro», o que até nem é verdade, mas «esqueceu-se» de mencionar os 73 milhões de euros que a sua organização governamental vai receber do Orçamento de Estado para apoiar os imigrantes e mais de uma centena de associações racistas e discriminatórias, para com os portugueses. E, assim, lá assistimos a mais do mesmo. 

- artigo de opinião e comentários (clicar para ler e/ou comentar).

 
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Mensagem do Presidente
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Neste mês de Fevereiro vai realizar-se uma manifestação promovida pela sociedade civil, em defesa da Família e, por isso, dos valores elementares da sociedade, contra o ataque feroz a que estas realidades estão votadas.

O PNR é o único partido político que se tem insurgido contra a promoção da homossexualidade, dizendo-o clara e abertamente, de vários modos e em vários contextos. Mas como partido nacionalista que é, assume a defesa de ideais e valores de um modo afirmativo, não se contentando em ser um partido do contra, mas sim do pró, e por isso sempre se afirmou, ao longo dos seus 10 anos de existência, como um partido pró-Pátria, pró-Família e pró-Vida.

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