| O PNR em Roma |
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| 09-Dec-2009 | |
José Pinto-Coelho dirigindo a palavra aos 400 participantes do Congresso. Na foto de grupo, encontram-se: Tauras Osaulenko, do partido Ucraniano Svoboda, Juan Antonio Llopart do MSR de Espanha, José Pinto-Coelho e Pedro Frade, do PNR, Patrick Cocriamont da FN Belga, Luca Romagnioli, Presidente da Fiamma Tricolore, Gábor Vona do Jobbik, Hungria e no fim, Valério Cignetti, também da Fiamma. O PNR esteve presente em Roma, no V Congresso da Fiamma Tricolore, onde se reforçou a “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, lançada no final do passado mês de Outubro por iniciativa do partido nacionalista da Hungria, Jobbik.
O PNR tinha sido convidado para aderir a esta aliança no passado mês de Novembro junto com os congéneres de Espanha e Áustria, tendo sido formalizada a sua entrada agora, no dia 5 de Dezembro, em Roma. Esta Aliança verá a sua confirmação jurídica em Novembro de 2010, altura em que está prevista pelo Parlamento Europeu, a formalização oficial de associações de frentes de partidos que a tal se candidatem. Neste momento os partidos que integram a AMNE, à qual, legalmente, só pode pertencer um por país, são os seguintes: FPO (Áustria), Front National (Bélgica), Movimiento Social Republicano (Espanha), Front Nacional (França), Jobbik (Hungria), British National Party (Inglaterra), Fiamma Tricolore (Itália), PNR (Portugal), Nationaldemokraterna (Suécia), Svoboda (Ucrânia). Outros mais se poderão vir a juntar ao grupo de partidos nacionalistas que, no maior respeito pelas características específicas de cada um deles e de cada nação, elaborou um texto base de entendimento que é como que o menor denominador comum entre todos.
PROJECTO DE DECLARAÇÃO POLÍTICA
• Conscientes da nossa responsabilidade comum para com os povos da Europa e da diversidade de culturas e de línguas que representam, Representantes de movimentos e partidos nacionais na Europa, exigimos:
1. A criação de uma Europa de nações livres, iguais e independentes no âmbito de uma confederação de Estados soberanos, que se abstém de intervir nas questões internas abordadas de forma adequada pelos próprios Estados,
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